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Lula critica ameaça de tarifas dos EUA e promete resposta com reciprocidade

Lula critica ameaça de tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros e cobra reciprocidade, mantendo abertura ao diálogo com Washington

Lula critica ameaça de tarifas dos EUA e fala em reação com reciprocidade
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  • Governo reage à possibilidade de tarifas dos Estados Unidos sobre exportações brasileiras, previstas em 25% e 12,5%.
  • Lula criticou a medida, dizendo que o Brasil não pode aceitar o tratamento recebido pelos EUA naquela semana.
  • O presidente citou Marco Rubio, chamando-o de “latino-americano frustrado”.
  • O Palácio do Planalto afirmou manter o diálogo e tentar reverter as tarifas antes de entrarem em vigor, com expectativa de falar com Donald Trump na reunião do G7 em quinze de junho, na França.
  • Em nota, o governo ressaltou o reconhecimento da Organização Internacional do Trabalho como referência no combate ao trabalho forçado e reforçou o direito de usar instrumentos previstos.

Em Brasília, o governo reagiu à hipótese de novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Durante reunião ministerial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a possível taxação de 25% e 12,5% sobre exportações do Brasil, afirmando que não é aceitável o tratamento recebido.

Lula também dirigiu críticas ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ao justificar que a relação com a América Latina não pode sofrer pressões. O tom foi de alerta quanto ao impacto sobre a pauta comercial brasileira, segundo a leitura do governo.

Durante o encontro, o Palácio do Planalto exibiu a mensagem O Pix é do Brasil, referência às críticas norte-americanas ao sistema de pagamentos. A exibição foi apresentada como parte de um embate institucional entre os dois países.

Apesar do tom firme, o presidente ressaltou abertura ao diálogo e às negociações com os Estados Unidos. Lula disse que pretende conversar com o ex-presidente Donald Trump durante a reunião de líderes do G7, marcada para 15 de junho na França, segundo fontes oficiais.

Em nota, o Planalto destacou que a Organização Internacional do Trabalho reconhece o Brasil como referência no combate ao trabalho forçado e reforçou o direito de usar instrumentos previstos em acordos internacionais para defender interesses nacionais.

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