- O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos encerrou uma investigação sobre trabalho forçado em 59 países, incluindo o Brasil.
- O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que a acusação é uma narrativa baseada em inverdades para justificar tarifas ao Brasil.
- Marinho disse que a decisão dos EUA tem relação com um revés na Justiça americana que freou tarifas impostas no ano passado por Donald Trump.
- O governo brasileiro afirma ser referência na Organização Internacional do Trabalho e que a aduana brasileira pode impedir produtos obtidos com trabalho forçado.
- O ministro também destacou a busca por diálogo e Parcerias comerciais, sinalizando que o Brasil pode adotar reciprocidade se não houver negociação.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, rebateu a ação dos Estados Unidos após a conclusão de uma investigação que apontou uso de trabalho forçado em 59 países, entre eles o Brasil. Segundo ele, a acusação é uma narrativa baseada em informações não confiáveis e visa aplicar tarifas ao Brasil.
Marinho afirmou que o governo norte-americano utiliza um discurso baseado em inverdades para justificar medidas protecionistas. Ele destacou que o Brasil é referência na Organização Internacional do Trabalho e que a aduana brasileira está preparada para impedir produtos provenientes de trabalho forçado.
A reunião aconteceu em meio a cobranças de reafirmação de diálogo com os EUA. O ministro ressaltou que o Brasil busca parcerias comerciais e que poderá recorrer à reciprocidade caso as negociações não avancem. Até o momento, não houve mudança de posição oficial do governo brasileiro.
Contexto da ação americana
O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) concluiu a investigação que envolve 59 países, incluindo o Brasil, sobre alegações de uso de trabalho forçado. As informações apontam para a possível aplicação de tarifas adicionais.
Reação e próximos passos
Marinho disse que o Brasil não deve nada a ninguém e que permanece aberto ao diálogo. O governo brasileiro enfatiza que mantém políticas de defesa de comércio justo e pretende evitar medidas unilaterais sem negociação.
Entre na conversa da comunidade