Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministro critica decisão dos EUA por citar trabalho forçado

Ministro Luiz Marinho classifica como infundadas as alegações de trabalho forçado usadas pelos EUA para novas tarifas, e defende diálogo e reciprocidade

O ministro do Trabalho Luiz Marinho durante reunião com centrais sindicais. No palácio do Planalto.
0:00
Carregando...
0:00
  • O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos encerrou uma investigação sobre trabalho forçado em 59 países, incluindo o Brasil.
  • O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que a acusação é uma narrativa baseada em inverdades para justificar tarifas ao Brasil.
  • Marinho disse que a decisão dos EUA tem relação com um revés na Justiça americana que freou tarifas impostas no ano passado por Donald Trump.
  • O governo brasileiro afirma ser referência na Organização Internacional do Trabalho e que a aduana brasileira pode impedir produtos obtidos com trabalho forçado.
  • O ministro também destacou a busca por diálogo e Parcerias comerciais, sinalizando que o Brasil pode adotar reciprocidade se não houver negociação.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, rebateu a ação dos Estados Unidos após a conclusão de uma investigação que apontou uso de trabalho forçado em 59 países, entre eles o Brasil. Segundo ele, a acusação é uma narrativa baseada em informações não confiáveis e visa aplicar tarifas ao Brasil.

Marinho afirmou que o governo norte-americano utiliza um discurso baseado em inverdades para justificar medidas protecionistas. Ele destacou que o Brasil é referência na Organização Internacional do Trabalho e que a aduana brasileira está preparada para impedir produtos provenientes de trabalho forçado.

A reunião aconteceu em meio a cobranças de reafirmação de diálogo com os EUA. O ministro ressaltou que o Brasil busca parcerias comerciais e que poderá recorrer à reciprocidade caso as negociações não avancem. Até o momento, não houve mudança de posição oficial do governo brasileiro.

Contexto da ação americana

O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) concluiu a investigação que envolve 59 países, incluindo o Brasil, sobre alegações de uso de trabalho forçado. As informações apontam para a possível aplicação de tarifas adicionais.

Reação e próximos passos

Marinho disse que o Brasil não deve nada a ninguém e que permanece aberto ao diálogo. O governo brasileiro enfatiza que mantém políticas de defesa de comércio justo e pretende evitar medidas unilaterais sem negociação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais