- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que espera que futuros governos da América Latina se unam à aliança de segurança Escudo das Américas.
- Rubio disse, em audiência no Comitê de Relações Exteriores da Câmara, que mais de 14 países já aderiram à aliança contra terrorismo e narcotráfico.
- A expectativa é de que esse número aumente conforme ocorram mudanças de liderança na região.
- A declaração aconteceu durante a apresentação do projeto de orçamento do Departamento de Estado para o ano fiscal de 2026-2027.
- No cenário político regional, Trump elogiou o resultado do primeiro turno das eleições colombianas; no Brasil, as eleições estão marcadas para outubro, com apoio declarado a Flávio Bolsonaro em detrimento de Lula.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta quarta-feira (3/6) que espera que futuros governos na América Latina se somem à aliança de segurança lançada por Donald Trump em março, na Flórida. A declaração ocorreu durante uma audiência para apresentar o orçamento do Departamento de Estado para o ano fiscal 2026-2027.
Rubio destacou que mais de 14 países já aderiram à aliança, criada para enfrentar terrorismo, narcotráfico e questões de segurança. Segundo ele, esse número deve crescer nos meses seguintes, conforme mudanças de liderança em diversos países da região.
Escudo das Américas
A aliança Escudo das Américas foi anunciada em março, na Flórida, com apoio de Trump e participação de diversas nações da América Latina e do Caribe. A iniciativa recebeu adesão de países como Argentina, Chile, El Salvador e Equador, entre outros.
Trump comemorou, na terça-feira (2/6), o desempenho do candidato Abelardo de la Espriella no primeiro turno das eleições colombianas. De la Espriella é apontado como favorito para o segundo turno, segundo pesquisas.
A menos de cinco meses, o Brasil terá eleições em outubro. De acordo com relatos, Trump indicou preferência por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em vez do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Bolsonaro, pai de Flávio, é aliado de Trump e enfrenta prisão por suposta tentativa de golpe de Estado.
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