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Acusações contra prefeito de Budapeste por marcha do Orgulho de 2025 são retiradas

Procuradores arquivam acusações contra o prefeito de Budapeste, Gergely Karacsony, por organizar a marcha do orgulho, citando decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia

Despite a police ban, Budapest Mayor Gergely Karacsony attended the march in June 2025
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  • As acusações contra o prefeito de Budapeste, Gergely Karácsony, por suposto envolvimento na organização da marcha do orgulho em 2025 foram retiradas.
  • O evento ocorreu em junho de 2025, apesar de uma proibição governamental de Orbán sobre eventos públicos envolvendo a comunidade LGBTQ.
  • A marcha contou com participação de até 200 mil pessoas, segundo os organizadores.
  • A Procuradoria citou a decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia, proferida em abril, para arquivar as acusações.
  • A decisão ocorreu pouco depois de os eleitores escolherem Péter Magyar como novo primeiro-ministro.

O Ministério Público da Hungria informou que retirou as acusações contra o prefeito de Budapeste, Gergely Karácsony, relacionadas à organização da parada do orgulho LGBTQ+ no ano passado. A decisão ocorre em meio a tensões políticas locais e europeias sobre direitos LGBTQ+.

A marcha ocorreu em junho de 2025, apesar da proibição anunciada pelo governo de Viktor Orbán sobre eventos públicos envolvendo a comunidade LGBTQ+. Organizadores afirmaram que o evento teve participação recorde, com cerca de 200 mil pessoas.

A acusação inicial, apresentada em janeiro, responsabilizava Karácsony pela organização da manifestação. Em abril, o Tribunal de Justiça da União Europeia deliberou que leis anti-LGBTQ+ húngaras violam normas da UE, fortalecendo o marco de igualdade e direitos das minorias.

Pelo inquérito, os promotores explicaram que, com base na decisão da UE, as acusações foram retiradas, segundo comunicado divulgado nesta quinta-feira. Não houve resposta imediata de Karácsony.

A decisão ocorreu nove dias após os húngaros terem indicado o fim de um ciclo de 16 anos no poder de Orbán, com a posse de Péter Magyar como novo primeiro-ministro. O caso,, portanto, segue sem desfecho penal para o prefeito.

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