- O Brasil demonstrou interesse em comprar mais 20 caças Gripen modelo E e F da Saab, da Suécia.
- A aeronave seria fabricada no Brasil, conforme anunciado pelo ministro de Defesa sueco, Pal Jonson, durante coletiva em Estocolmo com o ministro brasileiro José Mucio.
- Em 2014, o Brasil já havia concordado em comprar 36 caças Gripen, e, em 2023, Embraer e Saab lançaram uma linha de produção no Brasil para o modelo.
- Jonson e Mucio assinaram uma declaração de intenções para aprofundar a cooperação em defesa entre os dois países, incluindo uma unidade de pesquisa e desenvolvimento da Saab no Brasil.
- Durante a visita, a Saab apresentou o primeiro Gripen F, versão biplace desenvolvida para o Brasil, como parte da parceria.
O Brasil manifestou interesse em adquirir mais 20 caças Gripen modelo E e F fabricados pela Saab, na Suécia. A informação foi divulgada pelo ministro da Defesa sueco, Pal Jonson, durante coletiva em Estocolmo neste quinta-feira (4). A decisão ocorre em meio a negociações entre Brasil e Suécia para ampliar a cooperação em defesa.
A informação foi dada em conjunto com o ministro brasileiro José Mucio, durante reunião entre os dois governos. A ideia é que as aeronaves sejam produzidas no Brasil, fortalecendo a parceria industrial entre Saab e a Embraer, que já tem linha de montagem instalada no país desde 2023.
O histórico inclui o acordo original assinado em 2014, que prevê a compra de 36 caças Gripen. Até o momento, os primeiros jatos já foram entregues e o restante deve chegar até 2027. O objetivo é ampliar a cooperação técnica e tecnológica entre Brasil e Suécia, com perspectiva de novas encomendas.
Cooperação e produção no Brasil
Durante a visita, foi anunciada a criação de uma unidade de pesquisa e desenvolvimento da Saab no Brasil, como parte do aprofundamento da cooperação. Além disso, a Saab apresentou no evento o Gripen F, versão biplace destinada ao uso no Brasil.
Os líderes ressaltaram a assinatura de uma declaração de intenções para ampliar o diálogo e a cooperação entre os dois países em defesa. A parceria envolve aplicações de tecnologia, desenvolvimento conjunto e futura aquisição de novas aeronaves.
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