- O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, General Dan Caine, visitou Caracas na quarta-feira, dia três, para discutir segurança regional com autoridades do governo interino.
- Foi a primeira visita oficial da mais alta autoridade militar dos EUA à Venezuela.
- O foco foi a estabilidade nacional e o papel das Forças Armadas americanas na implementação de um plano de três fases apresentado pelo presidente Donald Trump.
- A presidente interina venezuelana Delcy Rodríguez estava fora do país, chegando a Nova Délhi para uma viagem de cinco dias à Índia.
- As autoridades não comentaram à Reuters.
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, General Dan Caine, visitou Caracas na quarta-feira para reuniões com altos funcionários do governo interino venezuelano. O objetivo foi discutir segurança regional e o papel das Forças Armadas americanas na implementação de um plano de três fases.
A passagem ocorreu em meio à ausência da presidente interina Delcy Rodríguez, que embarcou para a Índia durante a viagem. Rodríguez está fora do país para uma missão de cinco dias, segundo informações da imprensa internacional.
O encontro em Caracas teve foco na estabilidade nacional venezuelana e no estreitamento de cooperação militar entre os EUA e o governo interino, sem detalhes sobre ações específicas que tenham sido anunciadas.
Em Brasília e Washington, não houve confirmação imediata de comentários oficiais sobre o encontro. Em Caracas, a embaixada dos EUA não respondeu a solicitações de comentário; o Ministério da Comunicação venezuelano também não se pronunciou prontamente.
Contexto diplomático
A visita de um dos principais representantes militares dos EUA ocorre em um momento de tensão entre Washington e Caracas, e busca explorar caminhos de cooperação em segurança regional, segundo fontes próximas ao tema.
A imprensa regional destaca que a relação entre os dois países tem sido marcada por divergências históricas, com recentes tentativas de aproximação em determinadas áreas de interesse estratégico.
Dados de política externa indicam que, no ano vigente, a Venezuela mantém exportações de petróleo com atuação de diversos compradores, incluindo os EUA, o que influencia o cenário de relações internacionais na região.
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