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Desobediência em Beirute, fortaleza do Hezbollah, durante cessar-fogo frágil

Cessar-fogo entre Líbano e Israel permanece frágil; acordo cria zonas de segurança piloto no Líbano e exige cessação total de ataques da Hezbollah

John Sudworth points towards rubble, the remains of a building, in Dahieh
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  • Estados passaram a renovar o cessar-fogo frágil entre Líbano e Israel e criar zonas de segurança piloto dentro do Líbano, nas quais combatentes do Hezbollah seriam proibidos.
  • O acordo depende de uma cessação completa dos ataques pelo Hezbollah, entre outras condições.
  • O Hezbollah é designado como organização terrorista por Israel e vários países, incluindo Reino Unido e Estados Unidos.
  • O anúncio ocorreu depois que Líbano e Hezbollah dispararam foguetes para o norte de Israel e ataques israelenses ceifaram pelo menos nove vidas no sul do Líbano.
  • A mídia estatal libanesa informou que ataques israelenses continuaram na quinta-feira, com ao menos um ataque causando vítimas.

O Hezbollah e o Líbano anunciaram a renovação de um cessar-fogo frágil com Israel, acompanhado da criação de zonas de segurança piloto dentro do Líbano, nas quais operativos do Hezbollah seriam proibidos. A declaração veio do Departamento de Estado dos EUA.

O acordo depende de uma cessação total dos ataques por parte do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, e de outras condições. O Hezbollah é considerado organização terrorista por Israel e por diversos países, incluindo Reino Unido e EUA.

O anúncio ocorreu nesta quarta-feira, após o Líbano e o Hezbollah terem lançado foguetes contra o norte de Israel, e ataques israelenses no sul do Líbano terem provocado mortes. A mídia libanesa informou que, na quinta-feira, os ataques continuaram, com ao menos uma incursão resultando em vítima.

Contexto no terreno

Funcionários do Estado libanês relataram a continuidade de ataques aéreos israelenses no sul do país. Observadores destacam a fragilidade do cessar-fogo, em meio a tensões entre o Líbano e Israel e à presença do Hezbollah na região de Dahieh, no subúrbio de Beirut, conforme relato de correspondentes internacionais.

Fontes oficiais destacaram que a implementação do acordo envolve monitoramento internacional e garantias de segurança para evitar escaladas adicionais. O objetivo é reduzir confrontos na fronteira e impedir novas hostilidades na região.

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