- Ahmed al-Ahmed, 44 anos, foi acusado de agressão comum e “perseguir ou intimidar” o pai em Bankstown, no dia 9 de março.
- A polícia de New South Wales confirmou as acusações, envolvendo o suposto agarrão no pescoço do pai.
- Pouco depois do ataque em Bondi, imagens mostraram Ahmed desarmando Sajid Akram durante o ataque a uma celebração de Hanucá; Akram foi morto pela polícia.
- Ahmed recebeu reconhecimentos públicos, incluindo as Chaves da Cidade de Canterbury-Bankstown e de Waverley, além de uma vaquinha que já arrecadou mais de 3 milhões de dólares.
- Ele deve comparecer ao Tribunal Local de Bankstown em 29 de julho.
Ahmed al-Ahmed, o australiano que desarmou um dos atacantes de Bondi, foi acusado de agredir o próprio pai. A acusação, apresentada nesta quarta-feira, aponta agressão comum e perseguição ou intimidação, envolvendo o pai em Bankstown, no oeste de Sydney, em 9 de março.
Segundo a polícia de NSW, o caso envolve o suposto uso de estrangulamento durante o ataque familiar. A acusação ainda não indica acertos ou motivações, apenas descreve os atos imputados ao suspeito.
O episódio de Bondi ocorreu durante um ataque terrorista, no qual Ahmed al-Ahmed ficou famoso por imobilizar Sajid Akram. Akram foi morto pela polícia; a reação pública deu origem a uma arrecadação que já supera milhões de dólares. O homem foi hospitalizado após ser atingido por vários tiros, e Ahmed recebeu homenagens públicas.
O caso de Bankstown surge após o reconhecimento internacional de Ahmed pelos esforços heróicos. Em Canterbury-Bankstown e em Waverley, o município concedeu-lhe as Chaves da Cidade. O australiano também recebeu visita do primeiro-ministro Anthony Albanese e do governador de NSW, em hospital, conforme divulgação oficial.
Ahmed deverá comparecer ao Tribunal Local de Bankstown em 29 de julho para audiência relacionada ao novo processo. A polícia não informou novas informações sobre o andamento do caso ou sobre outras possíveis acusações. Fontes oficiais confirmaram apenas a data da próxima sessão judicial.
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