- Jesse Calhoun, de 41 anos, foi acusado de cinco homicídios e se declarou não culpado da acusação de homicídio em segundo grau de Ashley Real, 22 anos.
- Real é a quinta vítima ligada ao caso; o corpo dela foi encontrado no condado de Clackamas em maio de 2023. As outras vítimas são Kristin Smith, Charity Perry, Bridget Webster e Joanna Speaks.
- Speaks foi encontrada em um galpão abandonado em Washington; as demais vítimas foram localizadas em Oregon.
- Procuradores disseram que pretendem levar os cinco homicídios a julgamento no mesmo processo no próximo ano, em vez de sessões separadas.
- Calhoun já enfrentava acusações pelos homicídios das quatro mulheres cujos corpos foram descobertos entre 2022 e 2023; foi preso em junho de 2023 e havia integração de casos anteriores.
Jesse Calhoun, acusado de ser serial killer, foi apresentado nesta quarta-feira a um tribunal de Portland, Oregon, para o assassinato de uma quinta mulher. O réu, de 41 anos, já respondia por mortes de outras quatro vítimas. Calhoun não falou durante a audiência.
Ele enfrenta cinco acusações de homicídio em segundo grau e quatro de abuso de cadáver. A audiência ocorreu após a descoberta dos corpos entre 2022 e 2023, com Real sendo a quinta vítima confirmada.
A promotoria informou que pretende levar Calhoun a julgamento conjunto pelas cinco mortes já no próximo ano. O objetivo é evitar julgamentos separados de cada caso, segundo fontes locais.
Contexto dos casos
As demais vítimas são Kristin Smith, 22 anos; Charity Perry, 24; Bridget Webster, 31; e Joanna Speaks, 32. Speaks foi encontrada em um galpão abandonado no sul de Washington, as outras em Oregon.
Real teve o corpo encontrado em um lago no condado de Clackamas, em maio de 2023. Familiares da vítima estiveram presentes na audiência e comentaram à imprensa.
Calhoun foi preso em junho de 2023 por mandados de vigilância, e indiciado em maio de 2024 pela morte de três mulheres. Ele recebeu a acusação de assassinato de Smith em agosto do ano passado.
O réu estava próximo ao fim de uma pena de quatro anos por agressões anteriores quando foi liberado em 2021 por participação em ações de combate a incêndios florestais. A comutação foi revogada em 2023.
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