- A Justiça da Colômbia proibiu Abelardo de la Espriella de usar a camisa da seleção colombiana como símbolo de campanha.
- A decisão, da juíza Aura Luz Forero, vale a partir de 4 de junho de 2026 e vale em espaços públicos, redes sociais e entrevistas.
- Espriella disputa o 2º turno das eleições presidenciais contra Iván Cepeda; foi o candidato mais votado no 1º turno.
- A juíza explicou que o uso transforma a camisa em identificação de candidatura e compromete a neutralidade de símbolos nacionais.
- O advogado é conhecido como “El Tigre” e vinha usando a camiseta desde o 1º turno, prática associada a correntes de direita.
A Justiça da Colômbia proibiu o candidato Abelardo de la Espriella de usar o uniforme da seleção nacional em atos de campanha. Ele disputa o 2º turno das eleições presidenciais com Iván Cepeda.
A decisão, da juíza Aura Luz Forero, vale a partir desta quinta-feira, 4 de junho de 2026. A pena abrange uso da camisa como símbolo em espaços públicos, redes sociais e entrevistas.
A magistrada explicou que a associação da seleção a uma candidatura compromete a neutralidade de símbolos nacionais e transforma a camisa em um símbolo político.
Espriella, advogado de 47 anos, lidera as pesquisas para o 2º turno, marcado para 21 de junho. Ele foi o mais votado no 1º turno e atua pela direita no cenário colombiano.
Conhecido como “El Tigre”, o candidato recebe apoio de setores conservadores e costuma usar uma saudação de caráter militar em eventos e nas redes.
Ele disputa o pleito contra o senador Iván Cepeda, representante do Pacto Histórico, bloco da esquerda. Também são citadas inspirações de líderes internacionais em seu discurso.
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