- Kim Jong-un inspecionou nesta quarta-feira uma nova fábrica que produz material nuclear apto para armas e afirmou que o país planeja reforçar a dissuasão nuclear de forma exponencial.
- A Rodada de reportagens diz que Pyongyang mais que dobrou a capacidade de produção de material nuclear para armas nos últimos cinco anos.
- Segundo o CRS, a Coreia do Norte já possui material suficiente para fabricar até 90 ogivas e acredita ter reunido cerca de 50.
- O Organismo Internacional de Energia Atômica informa que há pelo menos duas plantas de enriquecimento ativas, em Yongbyon e Kangson, com construção de um novo edifício em Yongbyon em progresso.
- A notícia chega num momento de negociações internacionais sobre acordos de desnuclearização, com a Coreia do Norte destacando a produção industrial de suas instalações nucleares.
Kim Jong-un visitou uma nova fábrica de material nuclear adequado para armas e anunciou planos de ampliar a produção de forma expressiva, segundo a KCNA. O governo norte-coreano aponta que a planta deve reforçar a dissuasão em caso de guerra.
De acordo com a agência estatal, a leadership afirmou que a capacidade de produção de material para armamento quase dobrou nos últimos cinco anos. A nova instalação seria parte de um plano quinenal voltado ao aumento do arsenal nuclear.
A visita ocorreu em um momento de tensão regional, com Washington buscando acordos na região e entre EUA, Israel e Irã em meio a negociações internacionais. Não foi divulgada a localização exata da planta visitada por Kim.
Detalhes da planta e impactos estratégicos
Relatórios indicam que a Coreia do Norte já possui material suficiente para até 90 ogivas, com estimativas de cerca de 50 ogivas reunidas. O OIEA aponta duas plantas ativas de enriquecimento, em Yongbyon e Kangson, e supervisiona um novo edifício em Yongbyon.
Especialistas destacam que as imagens divulgadas exibem centrífugas e áreas de controle, sugerindo avanço para produção em massa. Analistas veem mudança do foco de pesquisa para operações de produção contínua.
Ações dos Estados Unidos e da comunidade internacional sobre o programa nuclear norte-coreano continuam em linha com avaliações de inteligência militar e ambientes de sanções. Movimentos de Pyongyang são monitorados por órgãos globais e regionais.
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