- Maduro adicionou à sua defesa a advogada Anna Estevao, que integrou a equipe que garantiu a absolvição de Sean “Diddy” Combs em acusações de tráfico sexual e extorsão.
- Estevao atua no escritório Harris Trzaskoma; Maduro enfrenta acusações de narcoterrorismo e tráfico de drogas e está preso no Brooklyn aguardando julgamento.
- O caso de Maduro ganhou também a contratação de Barry Pollack, advogado de defesa baseado em Washington, anunciada dois dias antes.
- Pollack informou que pretende contestar a legalidade do que chamou de sequestro de Maduro por militares dos EUA durante a operação em Caracas, em 3 de janeiro.
- Nas ações contra Combs, Estevao interrogou a principal testemunha da acusação, apresentando mensagens de texto e e-mails para tentar retratar a vítima como participante voluntária nas performances sob efeito de drogas.
Nicolás Maduro incorporou à sua defesa a advogada Anna Estevao, que integra o escritório Harris Trzaskoma, conforme registros judiciais divulgados nesta quinta-feira 4. A participação ocorre enquanto o ex-ditador venezuelano aguarda julgamento nos Estados Unidos.
Estevao integrou a equipe que conseguiu a absolvição de Sean “Diddy” Combs em acusações de tráfico sexual e extorsão, envolvendo mensagens e depoimentos durante o julgamento. A advogada atuou como interlocutora com a acusação.
O caso de Combs envolve acusações de tráfico sexual e extorsão; ele foi considerado culpado em duas contravenções menores ligadas à prostituição e cumpre 50 meses de pena em prisão federal em Nova Jersey. Ele recorre das condenações.
A nomeação de Estevao ocorreu dois dias após o escritório de Harris Trzaskoma anunciar a contratação de Barry Pollack, defensor de Maduro com base em Washington. Pollack já atuou no escritório Harris St. Laurent.
Maduro deve comparecer a uma audiência no tribunal federal de Manhattan em 30 de junho, para discutir moções pré-julgamento visando a absolvição das acusações. Pollack está preparado para contestar a legalidade da suposta detenção.
Um porta-voz do Procurador dos EUA em Manhattan, responsável pelas acusações contra Maduro e Combs, não comentou o caso. As informações foram obtidas de registros judiciais e cobertura da imprensa.
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