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Secretário dos EUA afirma pressão sobre o Brasil na tributação de serviços digitais

EUA pressionam Brasil contra impostos sobre serviços digitais, defendendo interesses de empresas de tecnologia norte-americanas em negociações comerciais

Secretário do Tesouro: 'Estamos pressionando, seja na Europa, seja no Brasil, contra esses impostos'
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  • O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que Washington tem pressionado o Brasil e outros parceiros contra a tributação de serviços digitais.
  • A declaração foi feita durante audiência na Câmara dos Representantes.
  • Bessent citou o Brasil ao mencionar estratégias para enfrentar iniciativas que, segundo os EUA, prejudicam desproporcionalmente empresas norte-americanas de tecnologia.
  • Ele afirmou: “Estamos pressionando, seja na Europa, seja no Brasil, na Índia ou no Canadá, contra esses impostos sobre serviços digitais”.
  • Os EUA dizem defender os interesses de suas companhias de tecnologia nas negociações comerciais, destacando o maior ecossistema de tecnologia e inovação do mundo.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou em audiência na Câmara dos Representantes, em Washington, que Washington tem pressionado o Brasil e outros parceiros comerciais a não adotarem tributos sobre serviços digitais. A declaração ocorreu na quinta-feira, 4 de junho de 2026.

Ele destacou que o Brasil é citado entre os países visados pela estratégia norte-americana para conter iniciativas consideradas prejudiciais às grandes empresas de tecnologia dos EUA. A posição faz parte de uma ofensiva mais ampla contra os DSTs.

Segundo Bessent, os EUA defendem seus interesses comerciais em negociações internacionais, enfatizando o peso do ecossistema americano de tecnologia e inovação e a importância de evitar vantagens para empresas estrangeiras. A comunicação citou Brasil, Índia e Canadá como exemplos.

O tom da fala sinaliza alinhamento dos EUA com ações para conter a tributação de serviços digitais, sob a justificativa de manter condições competitivas para as companhias de tecnologia americanas em mercados estrangeiros. A posição é apresentada como parte de uma estratégia de política econômica.

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