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Trump diz que militares dos EUA estão em alerta e pede a Israel para não retaliar o Irã

Presidente dos EUA afirma que militares estão em alerta e pede a Israel que não reaja ao Irã, visando manter possível acordo com Teerã

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que iria ligar imediatamente para o primeiro-ministro israelense sobre os ataques do Irã a Israel — Foto: Samuel Corum/Sipa/Bloomberg
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  • Trump afirmou que os militares dos EUA estão em alerta após ataques do Irã a Israel.
  • Ele disse que ligaria imediatamente para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para pedir que não haja retaliação contra o Irã.
  • Trump disse à Axios que os ataques do Irã contra Israel não feriram ninguém e mencionou que há proximidade de acordo com Teerã.
  • Os bombardeios de Israel contra posições da milícia Hezbollah no Líbano aparecem como entrave às negociações de paz entre Washington e Teerã.
  • Na semana passada, os EUA mediaram uma trégua entre Israel e o governo do Líbano, que foi ignorada pelo Hezbollah e durou menos de 24 horas.

Donald Trump afirmou que os militares dos EUA estão em alerta após relatos de ataques com mísseis iranianos a Israel. A declaração foi feita à Fox News na noite de sexta-feira.

O presidente dos EUA disse que ligaria imediatamente para o primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, para pedir que não haja retaliação contra o Irã. Ele buscava manter aberta a possibilidade de um acordo de cessar-fogo entre Washington e Teerã, segundo reportagem da Axios.

Trump afirmou que os ataques do Irã contra Israel não feriram pessoas, segundo a entrevista à Axios, e pediu que não haja represálias. O tom foi de tentativa de evitar turbulências que possam prejudicar negociações.

Contexto regional

O conflito envolve Israel, Irã e grupos alinhados na região. Bombardeios de posições da milícia xiita Hezbollah no Líbano têm sido um entrave nas negociações entre EUA e Teerã, conforme fontes próximas às negociações.

Na semana passada, houve uma tentativa de trégua mediada pelos EUA entre Israel e o governo do Líbano, que não foi cumprida pelo Hezbollah. O episódio evidenciou fragilidades diplomáticas na região.

Substituição de ataques recentes entre Israel e grupos no Líbano pode impactar as discussões com Teerã, segundo analistas. Autoridades norte-americanas não confirmaram novos desdobramentos imediatos.

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