- Candidatos do segundo turno no Peru são Keiko Fujimori, conservadora, e Roberto Sánchez, esquerdista, que pediram cautela após as urnas.
- Pesquisas de boca de urna variaram entre liderança de Fujimori e Sánchez, mas dentro da margem de erro, apontando resultado apertado.
- Sánchez, em Lima, pediu calma e defesa da democracia diante dos resultados da boca de urna.
- Fujimori, em discurso em hotel na capital, disse que a proclamacão do resultado final pode demorar e que cada ata precisa ser contada.
- Com 92,6 por cento das atas apuradas, a apuração oficial indicava 50,2 por cento para Fujimori e 49,8 por cento para Sánchez.
Os candidatos no segundo turno da eleição presidencial no Peru pediram cautela após as urnas serem abertas no domingo, 7 de julho. A disputa envolve a conservadora Keiko Fujimori e o esquerdista Roberto Sánchez, em meio a resultados de boca de urna divergentes e margem de erro.
Diversas projeções de boca de urna indicaram liderança alternada entre Fujimori e Sánchez, dentro da faixa de erro. Na prática, os números sugerem um resultado ainda muito próximo.
Roberto Sánchez discursou em Lima pedindo calma e respeito democrático, destacando que o momento requer consenso entre patriotas e democratas. O candidato enfatizou a importância da transparência eleitoral e da defesa do voto.
Keiko Fujimori, em discurso emitido em um hotel de Lima, mencionou que o resultado final deve demorar para ser proclamado. Ela ressaltou que ainda não há vencedor e que cada ata precisa ser contada com cuidado.
A apuração oficial seguia em curso na noite de domingo, com 92,6% das atas contabilizadas. O sistema eleitoral indicava Fujimori com 50,2% dos votos e Sánchez com 49,8%.
Autoridades eleitorais indicaram que a contagem definitiva pode levar semanas, estimando possível anúncio formal apenas em julho, dependendo da validação de atas e recursos. O cenário de indefinição manteve o foco no escrutínio e na transmissão de resultados.
Entre na conversa da comunidade