- Forças armadas do Irã anunciaram o fim das operações militares contra Israel, segundo uma agência iraniana; a Reuters afirma que o governo israelense também suspendeu os ataques a pedido de Donald Trump.
- No fim de semana, Israel atingiu áreas próximas a Beirute; em resposta, o Irã lançou dezenas de mísseis contra Israel, que interceptou a maioria.
- Em retaliação, Israel bombardeou alvos militares no Irã; Trump interveio, pedindo a Netanyahu que não retalhasse.
- O consultor de risco político Marcelo Suano disse que Trump planejava a guerra durar entre quatro e doze semanas para preservar a popularidade; ele busca encerrar o conflito com a percepção de vitória.
- Segundo o especialista, a paz duradoura na região exige mudança na estrutura de poder em Teerã; a derrubada do regime seria associada a cerca de 30 mil soldados americanos, destacando o impasse político.
As Forças Armadas do Irã anunciaram o fim das operações militares contra Israel, segundo agência iraniana. A Reuters aponta que o governo israelense também suspendeu ataques a pedido de Donald Trump. O episódio ocorre após semanas de tensão na região.
No fim de semana, confrontos se intensificaram. Israel atingiu áreas próximas a Beirute, no Líbano, e o Irã lançou dezenas de mísseis contra Israel, com interceptação da maioria pelas defesas israelenses. Em resposta, Israel bombardeou alvos militares no Irã.
Análise de especialistas
Para conter o acirramento, Trump interveio pedindo que Netanyahu não retaliase. O consultor de risco político Marcelo Suano afirma que a ofensiva de quatro a doze semanas era objetivo para o governo americano. O prolongamento traria custos políticos a Trump, segundo ele.
Ainda segundo Suano, a reabertura do estreito de Ormuz e o fim do programa nuclear iraniano não garantem paz duradoura. O analista aponta que seria necessária alteração na estrutura de poder em Teerã para um acordo estável.
De acordo com o especialista, a possibilidade de derrubada do regime exigiria cerca de 30 mil soldados americanos, o que ampliaria o impacto político doméstico para o governo dos EUA. A intervenção, afirma, enfrentaria forte rejeição na sociedade americana.
A cobertura completa de análises e atualizações segue na RECORD NEWS.
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