- Em Peru, Fujimori (Força Popular) tem 50,16% e Sánchez (Juntos pelo Peru) 49,84% com 92,6% das urnas apuradas.
- A diferença é de menos de 0,5 ponto percentual, mantida até a contagem parcial da ONPE.
- O presidente do Tribunal Nacional de Eleições (JNE), Roberto Burneo, afirmou que o resultado final pode levar até 30 dias e pediu serenidade.
- O segundo turno remete ao pleito de 2021, quando Castillo venceu Fujimori por margem mínima: 50,1% a 49,9%.
- Fujimori foca na segurança pública; Sánchez promete governar para populações de menor renda, indígenas, camponeses e regiões remotas.
O segundo turno da eleição presidencial no Peru permanece muito próximo, com Fujimori e Sánchez em empate técnico. A fiscalização ocorre com pouco mais de 92,6% das urnas apuradas nesta segunda-feira, 8 de junho, no país.
Segundo a contagem preliminar da ONPE, Keiko Fujimori, do Força Popular, tem 50,16% dos votos, frente a 49,84% de Roberto Sánchez, da Juntos pelo Peru. O resultado ainda pode oscilar conforme apurações finais avançam.
O presidente do JNE, Roberto Burneo, informou que o resultado final pode sair apenas nos próximos 30 dias. Ele pediu serenidade à população e aos partidos durante o processo, lembrando que o primeiro turno também demorou mais de um mês para ser concluído.
Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, disputou a presidência pela quarta vez e pediu cautela aos apoiadores, destacando que não houve um vencedor até o momento. A candidata ressalta a prioridade de combater a criminalidade.
Roberto Sánchez, deputado e ex-ministro no governo de Pedro Castillo, agradeceu o apoio de comunidades indígenas, camponeses e grupos vulneráveis. Ele afirmou que essas pessoas contribuíram para a ideia de recuperação do governo para o povo.
A disputa remete ao segundo turno de 2021, quando Castillo derrotou Fujimori por margem mínima, 50,1% a 49,9%. A comparação entre os pleitos anteriores ajuda a entender o ritmo de contagem e a volatilidade do processo.
No primeiro turno, Fujimori recebeu 17,18% dos votos e Sánchez, 12,03%. As diferenças entre os números refletem o alto índice de rejeição a vários candidatos e o peso de apoios segmentados ao longo da campanha.
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