- Richard Quest, correspondente internacional da CNN, revelou à CNN Brasil que voa com frequência e registrou 110 voos no último ano.
- Para ele, voar é mais do que transporte: é fascínio que começou na infância no Reino Unido e envolve a ideia de mágica na decolagem.
- O jornalista diz que o verdadeiro espetáculo está nas pessoas a bordo e nos momentos que cada decolagem representa na vida de quem está a bordo.
- O luxo, segundo Quest, é o silêncio e a desconexão a 30 mil pés; ele procura não usar o celular durante o voo, lendo e olhando pela janela.
- Entre preferências, ele aprecia a comida de avião e considera marcante o momento em que a tripulação anuncia: “Cabin crew, doors to automatic”.
Richard Quest, correspondente internacional da CNN, comentou à CNN Brasil como o refúgio analógico da janela do avião se tornou um luxo em meio à hiperconectividade corporativa. Ele descreve o fascínio pelo voo como algo profundo e quase infantil.
O jornalista mostra que viaja com frequência, chegam a 110 voos no último ano, e que, apesar da rotina de embarques, não pretende parar. O foco dele não é apenas o transporte, mas a experiência que envolve cada viagem.
Quest afirma que o verdadeiro atrativo do voo está no silêncio a 30 mil pés e na desconexão. Em um cenário corporativo global, ele evita o uso constante da internet a bordo, buscando leitura e contemplação pela janela.
O verdadeiro luxo do silêncio
Mesmo com jornadas intensas, o repórter revela gosto pela comida de bordo, reconhecendo o sabor simples como uma indulgência. O que ele procura, de fato, é o afastamento da conectividade.
Segundo Quest, o assento ideal é aquele que permite o isolamento digital. Ele ressalta que o momento mais marcante de cada viagem ocorre ao ouvir os avisos de decolagem, símbolo de início de nova etapa.
Ao longo da carreira, o jornalista diz que cada decolagem representa um mosaico humano: quem busca um novo emprego, quem volta para casa, quem se despede de um ente querido. Tudo ocorre dentro daquele tubo de metal.
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