- O presidente Donald Trump exigiu, via Truth, que Israel e Irã cessem imediatamente o cessar-fogo e busquem uma trégua.
- Trump afirmou que o bloqueio aos portos iranianos permanece em vigor até que um acordo final seja alcançado.
- Segundo a imprensa, Trump conversou por telefone com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu; há avaliação de suspender ataques contra o Irã previstos para esta noite.
- Um funcionário israelense afirmou que os mísseis contra o sul do Líbano continuarão nos próximos dias, e que ataques a Dahyeh, no sul de Beirute, também poderiam ocorrer.
- O ministro italiano Antonio Tajani disse que a situação entre Israel e Irã não é das melhores, ressaltando a necessidade de diálogo e condenando ataques contra civis.
Trump pediu nesta segunda-feira 8, via Truth, que Israel e Irã interrompam imediatamente qualquer cessar-fogo. A declaração afirma que ambos os lados buscam uma trégua e que as negociações de paz seguem, sujeitas a obstáculos.
A conversa entre líderes foi reportada por Al Arabiya e Channel 12. O primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi informado por telefone sobre o pedido de Trump e avaliaria a suspensão de ataques contra o Irã previstos para hoje. A decisão final, segundo a Channel 12, depende do líder americano.
Um funcionário israelense afirmou que os mísseis contra o sul do Líbano devem continuar nos próximos dias. Também houve ameaça de bombardeios a Dahyeh, no sul de Beirute, caso ataques contra civis israelenses persistam.
Acontecimentos e avaliações internacionais
O vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse que a situação entre Israel e Irã não é das melhores. Tajani defende diálogo e criticou ações do Hezbollah no norte do Líbano, defendendo o desarmamento do grupo e fortalecimento das Forças Armadas Libanesas.
A reabertura do Estreito de Ormuz e o programa nuclear iraniano aparecem entre os principais empecilhos para o fim do conflito, que teve início em 28 de fevereiro com ações militares envolvendo EUA, Israel e o Irã.
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