- O embaixador Maen Masaden, da Jordânia no Brasil, manifestou a intenção de ampliar a cooperação entre os dois países, destacando áreas como energia limpa, tecnologia, turismo, educação e cultura.
- As declarações foram feitas durante evento em Brasília, em 8 de junho, que comemorou o 80º aniversário de independência da Jordânia.
- A balança comercial entre Jordânia e Brasil no último ano ficou em US$ 627,8 milhões, sendo US$ 547,6 milhões em exportações brasileiras e US$ 80,2 milhões em importações jordanianas.
- As relações diplomáticas entre os dois países existem desde 1959, estruturadas sobre mais de seis décadas de cooperação.
- Masaden comentou a situação no Oriente Médio, defendendo uma solução de dois estados para a paz na Palestina e mencionando a participação da Jordânia nos Acordos de Abraão.
Embaixador da Jordânia no Brasil, Maen Masaden, reforçou o interesse de ampliar a cooperação entre os dois países. A declaração ocorreu durante celebração do 80º aniversário de independência da Jordânia, em Brasília, na segunda-feira (8/6). O objetivo é fortalecer laços em setores estratégicos.
Masaden destacou que Amã e Brasília já atuam juntos em áreas como energia limpa, tecnologia, turismo, educação e cultura, e sinalizou que a parceria pode crescer. O embaixador ressaltou a estabilidade nas relações diplomáticas, que já duram mais de seis décadas.
Balança comercial e perspectivas
Em 2023, a balança comercial entre Jordânia e Brasil alcançou US$ 627,8 milhões. Exportações brasileiras somaram US$ 547,6 milhões, enquanto as importações Jordânia-Brasil somaram US$ 80,2 milhões. O chanceler jordiano vê espaço para ampliar esses números.
Perspectivas no Oriente Médio
Durante o evento, Masaden também abordou a crise na Faixa de Gaza e a busca por uma paz estável na região. O diplomata enfatizou a importância de uma solução baseada em dois Estados para uma resolução duradoura.
Acordos e contexto regional
O Brasil mantém, como parte de uma visão diplomática mais ampla, cooperação com países da região. A Jordânia participa, ao lado de Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Marrocos e Sudão, de iniciativas de diálogo regional, sob a mediação de parceiros internacionais, para estabilidade e desenvolvimento.
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