- O médico missionário americano Peter Stafford contraiu Ebola enquanto atendia pacientes no Hospital Nyankunde, no leste da República Democrática do Congo.
- Ele recebeu alta em Berlim, no Hospital Universitário Charité, após semanas de tratamento intensivo.
- A família dele também foi liberada da quarentena e retornou para casa.
- A Organização Mundial da Saúde anunciou plano emergencial para conter o surto da variante Bundibugyo, que ainda não tem vacinas ou tratamentos amplamente aprovados.
- Outro médico missionário americano, Patrick LaRochelle, foi evacuado por exposição de alto risco e permanece sob observação na República Tcheca sem apresentar sintomas.
O médico missionário americano Peter Stafford esteve internado por semanas em Berlim após contrair Ebola na República Democrática do Congo, enquanto atuava no Hospital Nyankunde, no leste do país. Ao receber alta, sua família também foi liberada da quarentena. A evacuação ocorreu após o diagnóstico durante o surto de Ebola na região.
A organização Serge informou que Stafford, cirurgião da missão, foi exposto a doença durante uma cirurgia anterior à confirmação do surto da variante Bundibugyo. Ele recebeu tratamento intensivo no Charité e teve alta após demonstrar recuperação.
A esposa Rebekah, também médica, agradeceu as orações e destacou a qualidade do atendimento recebido. Segundo a missão, Stafford recebeu terapias experimentais usadas contra a variante Bundibugyo. Muitos pacientes no Congo continuam sem acesso a esses recursos.
Contexto do surto
O anúncio coincide com um dos maiores surtos recentes de Ebola na África Central. A Organização Mundial da Saúde lançou um plano emergencial para conter a doença na RDC e em países vizinhos. A variante Bundibugyo ainda carece de vacinas ou tratamentos amplamente aprovados, dificultando o controle.
Outros casos e resposta regional
A Serge informou que outro médico missionário americano, Patrick LaRochelle, foi evacuado após exposição de alto risco. Ele permanece sob observação na República Tcheca e não apresentou sintomas até o momento. Autoridades sanitárias enfatizam vigilância e cooperação internacional.
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