- Ao menos 41 pessoas morreram e mais de 450 ficaram feridas após o terremoto de magnitude 7,8 que atingiu o sul das Filipinas na segunda-feira (8), conforme balanço divulgado nesta terça (9) pela AFP.
- Milhares ficaram desabrigados e áreas na província de Sarangani permanecem inacessíveis a partir do solo, com chegadas principalmente por helicóptero.
- O medo de novos tremores está dificultando as operações de resgate.
- Alertas de tsunami foram emitidos para Filipinas, Indonésia e Japão.
- Um sismólogo explicou que o país é uma das regiões mais ativas do mundo, devido às várias placas tectônicas em jogo na região.
Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu o sul das Filipinas na segunda-feira (8), causando pelo menos 41 mortes, mais de 450 feridos e milhares de desabrigados, segundo balanço divulgado nesta terça-feira pela AFP.
A província de Sarangani foi a mais afetada, com áreas ainda inacessíveis por terra. Helicópteros estão sendo usados para chegar a comunidades isoladas e ampliar as operações de resgate.
As consequências do abalo também envolveram queda de estruturas e danos generalizados. Além disso, houve alertas de tsunami para Filipinas, Indonésia e Japão, que foram rapidamente emitidos pelas autoridades.
Desdobramentos e explicações técnicas
O sismólogo Fabrizio Romano, do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia, aponta que as Filipinas estão entre as regiões mais ativas do mundo em termos de atividade sísmica, devido à subducção de várias placas tectônicas, o que complica as operações de busca e salvamento.
O epicentro foi registrado no sul do país, com réplicas de menor magnitude ocorrendo nas horas seguintes, aumentando a apreensão entre moradores e equipes de socorro.
As autoridades pedem cautela à população e reforçam que novas informações sobre vítimas, feridos e desabrigados continuam sendo atualizadas conforme levantamentos oficiais são concluídos.
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