- O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, afirmou estar profundamente alarmado com a escalada de violência no Oriente Médio entre Israel e Irã.
- Pediu que todos os ataques cessem imediatamente e que os acordos de cessar-fogo no Líbano, Irã e Gaza sejam plenamente respeitados.
- Instou a reabertura das passagens de acesso a Gaza, para garantir a passagem rápida e segura de ajuda humanitária.
- As hostilidades começaram no domingo, 7, com mísseis lançados pelo Irã contra Israel em resposta a ataques no Líbano; Israel fez contra-ataques a alvos iranianos.
- A Faixa de Gaza permanece sob um conflito prolongado com o Hamas, com mais de 70 mil mortos em dois anos; o cessar-fogo firmado em outubro de 2025 visa ampliar a assistência humanitária, mas acusações de violação persistem.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse estar profundamente alarmado com a escalada de violência no Oriente Médio após novas hostilidades entre Israel e Irã. Em publicação nas redes sociais, ele pediu o fim imediato de todos os ataques e a reabertura das passagens para a Faixa de Gaza, destacando a necessidade de manter a passagem de ajuda humanitária.
Segundo a ONU, Israel e Irã trocaram bombardeios no início desta semana, rompendo o cessar-fogo vigente desde abril e elevando o risco de uma nova ampliação do conflito. As hostilidades começaram no domingo, 7, quando o Irã informou ter disparado mísseis contra Israel em retaliação a ataques ocorridos no Líbano; Israel respondeu atingindo alvos no território iraniano.
Guterres ainda pediu a reabertura imediata das passagens para Gaza, enfatizando a importância de facilitar a passagem rápida e segura de ajuda humanitária para o enclave. A região continua marcada pelo conflito entre Israel e o Hamas, com mais de 70 mil mortos em dois anos de guerra. Um cessar-fogo estabelecido em outubro de 2025 previa aumentos na entrega de ajuda, mas tem sido alvo de acusações de violação por ambas as partes.
Contexto regional
A ONU ressalta que o fluxo de assistência humanitária depende da continuidade de corredores de acesso, especialmente para Gaza, onde a população enfrenta condições críticas. A cooperação entre governos da região e atores humanitários permanece essencial para evitar agravamento da crise.
Entre na conversa da comunidade