- O The Guardian afirma que a ofensiva de primavera da Rússia falhou e que drones ucranianos atingiram Moscou e outras cidades.
- Um ataque a São Petersburgo destacou a capacidade crescente de drones de Kyiv e mostrou que a guerra volta para casa, afetando a economia russa.
- Do front, Ucrânia recuperou mais território em abril e maio do que a Rússia conseguiu tomar; há relatos de baixas russas superiores às novas convocações.
- Zelensky pediu sistemas antimísseis para defender civis; aliados europeus discutem novas sanções da União Europeia e possíveis negociações de paz em cúpulas.
- O ponto de partida para negociações é um cessar-fogo, garantias de segurança para a Ucrânia e a retirada das exigências russas de ceder território no leste.
A edição do Guardian analisa a guerra na Ucrânia, apontando que a ofensiva de primavera da Rússia não avançou conforme o esperado. Enquanto Kyiv intensifica o uso de drones, Moscou vê a luta se aproximar de novas situações estratégicas. O texto enfatiza que a pressão internacional precisa aumentar.
A crise permanece marcada pela dificuldade de Moscou em cumprir metas bélicas, incluindo a anexação total do Donbass. Enquanto o conflito se prolonga, ataques de drones ucranianos atingem alvos em áreas próximas a Moscou, mostrando capacidade tecnológica e impacto direto na vida civil.
O retrato de abril e maio mostra ganhos territoriais para a Ucrânia, com baixas russas em ritmo maior que as aberturas de recrutamento. Kiev acelera a produção de drones e aprimora capacidades de ataque, ao passo que a economia russa respira o peso das sanções.
A mensagem central é de que é essencial buscar um cessar-fogo acompanhado de garantias de segurança para a Ucrânia, sem concessões de território. A UE discute novas sanções, e encontros do G7 e cúpulas internacionais devem moldar o caminho para possíveis negociações.
No contexto internacional, Zelenskiy reforça a necessidade de sistemas antimísseis para proteger civis, enquanto aliados europeus avaliam medidas adicionais. O editorial defende manter o impulso da comunidade internacional para sustentar a resistência ucraniana e evitar recuo estratégico.
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