- Serviço piloto dos EUA lança opção “fura-fila” para visto B1/B2, com entrevista em até 10 dias mediante taxa adicional de US$ 750, além da cobrança padrão de US$ 185.
- O custo total do processo pode chegar a US$ 935, aproximadamente R$ 4,8 mil, dependendo da cotação.
- A medida será oferecida em embaixadas e consulados selecionados e vale entre 1º de julho e 31 de dezembro.
- O objetivo é compensar parte das restrições de entrada adotadas pelo governo anterior; o monitoramento de redes sociais continua em debate.
- Turistas de alguns países africanos precisam pagar depósito caução de US$ 15 mil para requerer o visto.
O governo dos Estados Unidos lançou um serviço piloto que permite furar a fila para obter o visto americano do tipo B1/B2. Turistas poderão agendar entrevista em até 10 dias mediante pagamento de uma taxa adicional de US$ 750, além da tarifa padrão de US$ 185. O custo total pode chegar a US$ 935, ou cerca de R$ 4,8 mil.
A iniciativa será oferecida em embaixadas e consulados selecionados e vale apenas para o processo de visto de turismo e negócios. O programa, ainda sem detalhes finais divulgados, deve funcionar entre 1º de julho e 31 de dezembro deste ano.
O Departamento de Estado dos EUA pretende divulgar os pormenores do serviço nos próximos dias. A informação foi obtida a partir de dados apurados pela Associated Press, que aponta o caráter experimental do piloto.
De acordo com o planejamento, o serviço fura-fila busca compensar parte das restrições de entrada impostas em administrações anteriores. Observadores ressaltam que as regras sobre monitoramento de redes sociais ainda estão em discussão, enquanto há relatos sobre medidas diferentes para solicitantes de alguns países.
A notícia é acompanhada por veículos parceiros. A matéria completa está disponível no Melhores Destinos, que cita o estudo do programa-piloto e as condições de elegibilidade para o visto B1/B2.
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