- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, viajará nesta quarta-feira (10) para a base norte-americana na Baía de Guantánamo, em Cuba, para se reunir com as tropas.
- Ele também seguirá para a sede do Comando Central das Forças Armadas dos EUA, em Tampa (Flórida), que supervisiona as forças no Oriente Médio envolvidas no conflito com o Irã.
- O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que vê três cenários para o futuro imediato de Cuba: agitação social, diálogo coercitivo para tentar controlar a economia ou conflito armado.
- Díaz-Canel fez a declaração na entrevista ao eldiario.es, publicada na quinta-feira (4) e cujas transcrições também foram divulgadas pelo governo cubano na segunda-feira (8).
- A pauta menciona que Donald Trump e membros de sua administração defenderam mudança de regime em Cuba, com o presidente dos EUA não descartando a possibilidade de assumir o controle do país.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, viajará nesta quarta-feira (10) para a base americana na Baía de Guantánamo, em Cuba, para se reunir com as tropas no local, conforme informou o Pentágono. A visita ocorre em meio ao acúmulo de tensões entre os dois países.
Além disso, Hegseth seguirá para a sede do Comando Central das Forças Armadas dos EUA, em Tampa, na Flórida, onde coordena as tropas norte-americanas no Oriente Médio envolvidas no conflito com o Irã, segundo o comunicado do Pentágono.
A viagem do secretário de Defesa também é vista no contexto das relações militares entre EUA e Cuba e de avaliações sobre a estabilidade regional, ainda sem indicar mudanças na política oficial de Washington.
Contexto regional
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou em entrevista ao eldiario.es que há três cenários possíveis para o futuro imediato do país: agitação social, diálogo coercitivo para controlar a economia cubana ou eventual conflito armado. A entrevista teve transcrição publicada pela comunicação oficial cubana.
Não há confirmação de novas medidas de Washington no curto prazo, mas o governo cubano indicou que avaliaria os riscos de cada cenário. A cobertura reforça a atenção sobre as flutuações das relações entre EUA e Cuba e o impacto regional.
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