- EUA lançaram uma nova rodada de bombardeios contra o Irã na noite de quarta-feira, marcando a segunda noite consecutiva de ataques.
- O Irã informou que o Estreito de Ormuz está completamente fechado “até novo aviso” e disse ter atingido alvos como retaliação aos ataques.
- Houve relatos de incidentes envolvendo navios próximos ao porto de Shinas; a Tasnim disse que três marinheiros morreram, enquanto a Índia confirmou vinte cidadãos indianos a bordo e todos em segurança.
- Autoridades americanas disseram que os ataques atingiram alvos no sul do Irã, incluindo sistemas de defesa aérea, radares e unidades de comando e controle de drones; o Irã afirmou ter atacado a Quinta Flota dos EUA.
- Donald Trump afirmou ter conversado com autoridades iranianas que teriam pedido para suspender os bombardeios; o Irã negou as conversas, e os Estados Unidos mantêm postura ofensiva para proteger seus interesses no Oriente Médio.
EUA intensificam ataques contra o Irã pela segunda noite consecutiva. Washington afirmou ter realizado bombardeios na noite de quarta-feira (10), atingindo alvos no território iraniano. O Irã declarou o estreito de Ormuz fechado “até novo aviso” e classificou o cessar-fogo de quase dois meses como “praticamente sem sentido”.
O Irã informou retratar com ataques a dois navios e relatou incidentes envolvendo a embaixada da Índia em Omã, próximo ao porto de Shinas. A Tasnim apontou a morte de três marinheiros, mas a Índia disse que havia 20 indianos a bordo e que todos estão em segurança.
Reações e desdobramentos
Donald Trump afirmou ter conversado com autoridades iranianas que teriam pedido a interrupção dos bombardeios, e disse que Israel não participaria da operação, sem descartar novas ações. O Irã negou as conversas citadas e prometeu resposta dura a alvos norte-americanos no Oriente Médio.
Forças iranianas disseram ter realizado ataques retaliatórios à Quinta Frota dos EUA, com explosões em Manama e Hamad Town. Relatos de ataques também ocorreram em Bandar Abbas, Minab, Kargan e Sirik, com defesas aéreas ativas em Isfahan. O governo norte-americano sustenta que as ações visam conter ameaças, sem ampliar o conflito.
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