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14 países da Copa do Mundo entre os que mais perseguem cristãos, diz missão

Copa de 2026 reúne 14 países da Lista Mundial da Perseguição, onde cristãos enfrentam pressão, discriminação e violência, segundo Portas Abertas

A missão Portas Abertas convocou os cristãos a orar pelas nações perseguidas durante a Copa do Mundo. (Foto: Unsplash/Fauzan Saari)
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  • A Portas Abertas aponta que 14 países que disputam a Copa do Mundo de 2026 estão entre os que mais perseguem cristãos, segundo a Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2026.
  • Os 14 países são: Arábia Saudita, Argélia, Catar, Colômbia, Egito, Irã, Iraque, Jordânia, Marrocos, México, República Democrática do Congo, Tunísia, Turquia e Uzbequistão.
  • A perseguição varia entre os países, com pressão familiar, social e estatal em nações de maioria muçulmana, além de violência em alguns casos e monitoramento da fé.
  • Em exemplos específicos, há prisões ou repressões a igrejas domésticas no Irã, fechamento de igrejas na Argélia e ausência de igrejas públicas na Arábia Saudita.
  • A missão convoca os cristãos a interceder durante a Copa, dizendo que o evento é oportunidade de unidade global da igreja e de oração pelos irmãos na fé perseguidos.

A missão Portas Abertas alerta para a situação de cristãos em 14 países que integram a Copa do Mundo de 2026. A organização destaca que, mesmo com a celebração do torneio, há comunidades que enfrentam pressão, discriminação e violência por motivos religiosos. O chamado é para que os cristãos se unam em oração durante a competição.

Segundo a Portas Abertas, esses 14 países ocupam posições na Lista Mundial da Perseguição (LMP) de 2026, que reúne os locais mais desafiadores para seguir Jesus. A mensagem da organização afirma que a Copa não é apenas futebol, mas também um momento para refletir sobre a fé de milhões de cristãos sob restrições.

A iniciativa busca transformar atenção em intercessão, segundo a Portas Abertas. A entidade ressalta que, por trás das bandeiras, há pessoas que enfrentam opressão, discriminação e riscos por sua fé. A perseguição não atinge a totalidade da população, mas é uma realidade para muitos fiéis nesses países.

Na prática, a lista de 14 países reúne: Arábia Saudita, Argélia, Catar, Colômbia, Egito, Irã, Iraque, Jordânia, Marrocos, México, República Democrática do Congo, Tunísia, Turquia e Uzbequistão. As situações variam, mas muitos cristãos compartilham desafios semelhantes.

Em nações de maioria muçulmana, como Arábia Saudita, Irã, Marrocos, Argélia, Catar, Jordânia, Tunísia e Turquia, conversionistas enfrentam pressão familiar, social e estatal. Em muitos casos, há monitoramento, necessidade de sigilo religioso e risco de punições legais.

Casos específicos apontam para repressão severa no Irã, onde igrejas domésticas sofrem repressão e líderes cristãos podem ser presos. Na Argélia, há fechamento de igrejas e suspensão de cultos nos últimos anos. Na Arábia Saudita, a prática pública da fé cristã não é permitida; muitos cristãos vivem sem reconhecimento formal.

Outros cenários envolvem violência de grupos armados. Na Congo, comunidades cristãs sofrem ataques, destruição de templos e deslocamentos. No Iraque, a convivência com consequências de conflitos e ameaças extremistas persiste.

Na América Latina, a perseguição também se registra em áreas de violência e influência de grupos criminosos. Em Colômbia e no México, líderes cristãos podem enfrentar perseguição por denunciarem injustiças ou atuarem em territórios controlados por gangs. Conversões entre comunidades indígenas também geram rejeição local.

No Egito, a discriminação costuma ocorrer em nível comunitário, enquanto no Uzbequistão autoridades mantêm controle rígido sobre atividades religiosas, com vigilância sobre fiéis e restrições às igrejas.

Convocação à comunidade religiosa

A Portas Abertas convoca cristãos ao redor do mundo a lembrar da Igreja Perseguida durante a Copa do Mundo de 2026. A organização afirma que a Copa pode ampliar a visão de unidade global entre cristãos, enfatizando a compaixão pelos irmãos na fé. A recomendação é manter a oração durante as partidas e vestir o símbolo de apoio à Igreja Perseguida.

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