- O Aeroporto de Hamburgo retomou gradualmente as operações nesta sexta-feira, 12, após o esvaziamento de um terminal por motivos de segurança.
- A medida foi determinada pela Polícia Federal alemã, após acesso não autorizado a uma área restrita por volta das 9h45, quando um homem acionou um botão de emergência.
- O terminal foi evacuado e as inspeções de segurança foram retomadas; o fluxo de passageiros voltou aos poucos, mas ainda há atrasos e cancelamentos.
- As autoridades informaram que não há indícios de ameaça deliberada e a avaliação inicial é de que a pessoa se desorientou dentro das instalações.
- O aeroporto não confirmou o número total de voos cancelados até o momento; a recuperação do cronograma deve levar tempo.
O Aeroporto de Hamburgo, na Alemanha, retomou gradualmente as operações nesta sexta-feira, 12, após esvaziar um terminal por motivos de segurança. O episódio interrompeu temporariamente o fluxo de passageiros e impactou a programação de voos.
Segundo a Polícia Federal alemã, a medida preventiva foi encerrada e os passageiros retornaram aos procedimentos de inspeção. A administração do aeroporto informou que, mesmo com a normalização parcial, atrasos significativos e cancelamentos devem persitir ao longo do dia.
Uma porta-voz do aeroporto confirmou que os passageiros já passam pelo controle de segurança e que as operações de voo estão sendo retomadas. A recuperação do cronograma, no entanto, deverá levar tempo, com partidas e chegadas ainda afetadas.
Operações são retomadas com impactos
O incidente ocorreu por volta das 9h45, horário local, quando um homem acionou o botão de emergência e acessou uma área restrita de segurança sem autorização, conforme a Polícia Federal.
As autoridades destacaram que não há indícios de ameaça deliberada. A avaliação preliminar aponta desorientação do indivíduo dentro das instalações, o que levou ao esvaziamento do terminal e à suspensão temporária das atividades para inspeções.
O aeroporto ainda não confirmou o número total de voos cancelados em decorrência do episódio. A gestão reforçou que a normalização completa das operações depende da conclusão das avaliações de segurança e da recuperação do fluxo de passageiros.
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