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Divisão entre evangélicos sobre Trump no Irã e imigração, aponta pesquisa

Metade dos evangélicos diverge sobre ações de Trump no Irã e imigração, reduzindo aprovação do presidente para cinquenta e dois por cento

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em evento sobre energia no Salão Oval da Casa Branca, em Washington – 04/06/2026 (Foto: REUTERS/Jonathan Ernst)
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  • Cerca de metade dos evangélicos nos EUA afirma que a atuação de Trump no Irã e a política de imigração não está de acordo com seus pontos de vista cristãos.
  • Entre os evangélicos, 54% consideraram não estar alinhada a uso das Forças Armadas no Irã, enquanto 41% disseram que estava.
  • Sobre imigração, 51% disseram que a abordagem do governo não condiz com valores cristãos, com 44% considerando que estava alinhada.
  • O índice de aprovação de Trump entre evangélicos ficou em 52%, abaixo dos 61% em agosto, mas acima de 35% entre todos os adultos.
  • Os dados são de uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada entre 3 e 8 de junho, citando a influência dessa base no cenário eleitoral de meio de mandato.

Cerca de metade dos cristãos evangélicos nos EUA considera que a conduta militar de Trump no Irã e sua política de imigração não estão alinhadas com seus preceitos cristãos, aponta pesquisa Reuters/Ipsos. A pesquisa foi realizada entre 3 e 8 de junho, em Washington.

Aprovação de Trump entre evangélicos fica em 52%, abaixo de 61% em agosto, mas acima de 35% entre todos os adultos. A queda acompanha o aumento do custo da gasolina, ligado à guerra iraniana em curso, segundo o levantamento.

Cerca de 54% dos evangélicos dizem que o uso das Forças Armadas no Irã não condiz com o cristianismo, enquanto 41% discordam dessa avaliação. Em relação à imigração, 51% afirmam que a abordagem do governo não corresponde aos valores cristãos, com 44% concordando.

Divisão influencia base de apoio

A Reuters/Ipsos destaca que os evangélicos favoreceram Trump nas eleições de 2024 e compõem parte expressiva de sua base para as votações de meio de mandato, previstas para novembro. A base tem historicamente apoio sólido aos republicanos, apesar de variações recentes.

O texto aponta ainda que o presidente consolidou apoio junto a líderes religiosos no Salão Oval e manteve políticas que promovem visões religiosas entre servidores federais. Segundo levantamento, os evangélicos brancos votaram majoritariamente em Trump em 2024, conforme o Pew Research Center.

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