- O voo Air India AI171, um Boeing 787 Dreamliner, decolou do aeroporto de Ahmedabad e caiu pouco depois, matando 241 pessoas a bordo (169 nacionais indianos, 52 britânicos) e 19 no solo; 67 ficaram gravemente feridos.
- Um ano após o acidente, as famílias ainda buscam respostas e a conclusão final da investigação não foi publicada.
- Um advogado que representa cerca de cento e trinta e cinco familiares afirmou que houve entraves da Air India para fornecer informações sobre o acidente.
- Relatos destacam o impacto emocional nas famílias: mães, cônjuges e crianças enfrentam dificuldade para obter fechamento e suporte, com relatos de dificuldade em acessar documentos e detalhes do caso.
- No aniversário do acidente, os familiares dizem buscar justiça e explicações, além de apoio prático para reconstruir a vida no Reino Unido e em outros lugares.
O acidente com o voo AI171 da Air India, ocorrido há um ano, deixou 241 pessoas mortas, incluindo 169 nacionais indianos e 52 britânicos, além de 19 gestores no solo. O Boeing 787 Dreamliner atingiu um colégio médico logo após a decolagem, em Ahmedabad, na Índia, enquanto seguia para Gatwick. A investigação ainda não divulgou as conclusões finais.
Familiares de vítimas relatam dificuldades para obter informações sobre o que ocorreu. Ao longo do ano, eles enfrentaram entraves para acessar dados oficiais, enquanto a defesa de cerca de 135 famílias contesta a operadora e pede mais transparência sobre o andamento da apuração.
Hasumatiben Patel, que viajava para o Reino Unido após visitar parentes na Índia, é citada como figura de apoio para o filho Sagar Patel, que descreve o impacto da perda. A família tenta reconstruir a rotina após a ausência da mãe, que morava com o filho, a esposa e a neta.
Shweta Parihar, cuja esposa faleceu no acidente, relata o abalo emocional do período seguinte. O caso também envolve dificuldades para o filho, que enfrenta traumas e custos elevados com a vida no exterior. Parihar pede suporte prático para reerguer a vida no Reino Unido.
Mohammed Shoeb Iproliya e Nusratjahan, outro casal enlutado, mencionam sonhos interrompidos pela tragédia. A expectativa era comprar uma casa e consolidar a vida em território britânico, agora marcada pela busca por respostas e por justiça. O desejo de esclarecer os fatos persiste entre os familiares.
Investidores e advogados que atuam em nome das famílias afirmam a necessidade de atualizações sobre o avanço da investigação, incluindo acesso a dados como o conteúdo de caixas-pretas. As partes ressaltam que a ausência de informações pode atrasar o apoio às vítimas.
Em meio ao luto, muitos familiares relatam dificuldades de seguir adiante, com relatos de noites sem sono e inseguranças financeiras. Alguns destacam a exigência por um esclarecimento claro sobre as causas do desastre para buscar algum fechamento.
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