- O Irã afirmou que uma decisão final sobre um acordo para encerrar o conflito com os EUA ainda não foi alcançada; o porta-voz classificou relatos como especulativos.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que houve progresso e que a assinatura é provável em breve, possivelmente na Europa.
- Segundo Trump, os documentos estão em fase avançada, mas o Irã exige que suas condições sejam atendidas e não aceita abrir mão de suas linhas vermelhas.
- Historicamente, EUA e Israel atacaram o Irã desde 28 de fevereiro; o Irã revidou e houve fechamento do Estreito de Ormuz, com cessar-fogo acordado em abril, mas com ataques intermitentes desde então.
- Após os comentários, o preço do petróleo Brent caiu para cerca de US$ 89 por barril; Netanyahu afirmou que Israel não participa do memorando, embora tenha confiado no esforço de Trump.
O Irã afirmou nesta sexta-feira 12/06 que ainda não houve decisão final sobre um acordo para encerrar o conflito com os EUA, apesar das declarações do presidente americano. A agenda permanece sem conclusão, segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.
Trump afirmou a jornalistas que há um acordo próximo e que uma assinatura deveria ocorrer na Europa, com a condição de finalizar documentos nos próximos dias. O governo americano não detalhou o conteúdo do eventual memorando.
O Irã descreveu relatos de acordo como especulativos e reiterou que não abrirá mão de suas linhas vermelhas. O esforço diplomático ocorre em meio a ataques intermitentes entre as partes desde fevereiro, com cessar-fogo firmado em abril, mas com tensões avaliadas como ainda altas.
Diplomacia e negociações em andamento
O porta-voz iraniano indicou que grande parte do texto estaria finalizada, mas que Washington fez exigências adicionais. Do lado americano, a Casa Branca busca concluir as tratativas rapidamente e tratar questões como o Estreito de Ormuz e o programa nuclear.
Trump mencionou que o Estreito de Ormuz poderia ser reaberto assim que o acordo fosse assinado, e que houve contatos com líderes da região, incluindo o primeiro-ministro de Israel. O governo israelense informou que Netanyahu não participa do memorando de entendimento.
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