- A Corte de Cassação italiana anulou, em 22 de maio, a decisão que autorizava a extradição de Carla Zambelli ao Brasil.
- A defesa afirma que a Itália negou a extradição e critica a atuação de Alexandre de Moraes, dizendo que ele atua como vítima, testemunha e juiz executor em processos.
- O advogado Fábio Pagnozzi disse que a decisão italiana pode criar precedente e mencionou suposto desrespeito a tratados internacionais.
- Zambelli está presa em Roma desde julho de 2025 e foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal em dois casos: invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça e perseguição armada a um homem em São Paulo antes do segundo turno de 2022.
- A defesa sustenta que a decisão italiana reflete perseguição e citou ex-deputados que estariam nos Estados Unidos como exemplos, alegando que Moraes violaria garantias.
A Corte de Cassação italiana anulou, em 22 de maio, a decisão que autorizava a extradição de Carla Zambelli ao Brasil. A negativa rompeu o procedimento de entrega formal da ex-deputada ao país de origem.
A defesa da parlamentar, ligada ao PL de São Paulo, sustenta que a Itália agiu também sob acusações de perseguição contra a ministra Moraes, do STF, e aponta suposto desrespeito a tratados internacionais. O advogado responsável divulgou a conclusão.
O advogado de Zambelli, Fábio Pagnozzi, afirmou que a decisão italiana pode criar precedente. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, citados pelo dirigente, hoje atuam nos Estados Unidos. Zambelli permanece presa em Roma desde julho de 2025.
Situação processual
Zambelli foi condenada pelo STF em dois casos: invasão de sistema do CNJ e perseguição armada a um homem em São Paulo, na véspera do segundo turno de 2022. A defesa afirma perseguição política e contesta fundamentação das acusações.
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