- A praia Punta Molentis, em Villasimius, Sardenha, proibiu o uso de guarda-sol para a maioria dos banhistas, para proteger o ecossistema local.
- A exceção fica para crianças pequenas e idosos: podem ficar com sombra, mas apenas um guarda-sol por família, e não há outra estrutura de sombra permitida.
- A regra vale para pessoas entre 10 e 65 anos; quem tem menos de dez anos ou mais de 65 pode utilizar o guarda-sol.
- Também não é permitida a montagem de gazebos, tendas ou outras estruturas de sombra; as medidas vão até o final de outubro.
- O acesso está limitado a 150 visitantes por dia, 70 carros por dia e 100 passageiros na praia por vez, com taxa de entrada de 10 euros por pessoa; quem chega pelo mar segue regras rígidas de embarcações licenciadas e tempo máximo de uma hora.
O acesso à praia de Punta Molentis, em Villasimius, na Sardenha, passa a ter regras rígidas para maior parte dos banhistas. A medida restringe o uso de guarda-sol e estruturas de sombra, com o objetivo de proteger o ecossistema após incêndios e eventos meteorológicos incomuns na região.
A exceção fica apenas para crianças pequenas e idosos: estes poderão usar guarda-sóis na areia durante o banho de mar. Entre 10 e 65 anos, porém, a presença de guarda-sol é proibida. Famílias com crianças abaixo de 10 anos podem colocar apenas um guarda-sol, enquanto quem tem mais de 65 anos também pode carregar o objeto.
Regras em vigor e limites
A proibição vale para instalar gazebos, tendas ou outras estruturas que forneçam sombra. O regime permanece válido até o fim de outubro, segundo a Câmara Municipal de Villasimius. O objetivo é conciliar turismo local com a proteção do ecossistema afetado pelos incêndios.
Além disso, o acesso diário está limitado a 150 visitantes e a 70 carros por dia. Há uma taxa de entrada de 10 euros por pessoa. Quem chegar pelo mar pode embarcar até 100 turistas ao mesmo tempo, com permanência máxima de uma hora, e sem permitir mochilas, coolers ou equipamentos de praia.
A prefeitura informou que as medidas respondem a danos causados por incêndios no ano anterior, que devastaram cerca de 100 hectares de vegetação mediterrânea e levaram à evacuação de banhistas por mar. As regras também visam mitigar pressões sobre a faixa de areia, já afetada por tempestades de inverno.
A iniciativa busca equilibrar o turismo com a preservação ambiental, diante de avaliações técnicas sobre o estado do ecossistema local. As autoridades afirmaram que as medidas são temporárias e sujeitas a revisão conforme as condições da região.
Medidas já geraram críticas entre potenciais visitantes, com relatos de boicote nas redes sociais. Em alguns posts, usuários questionaram a praticidade das regras ao planejar atividades na praia.
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