- O governo britânico comprometeu-se a proibir as importações de diesel e combustível de aviação feitos a partir de petróleo russo até 1º de janeiro de 2027.
- A medida faz parte do pacote de sanções do governo contra Moscou, em resposta à guerra na Ucrânia.
- A licença temporária para importar esses produtos será revisada a cada duas semanas e pode ser revogada antes da data prevista.
- O ministro do Comércio, Chris Bryant, afirmou que a data final demonstra o objetivo de aumentar a pressão sobre a Rússia; a licença terá a data de término incorporada.
- A decisão recebeu críticas, com a União Europeia dizendo que não é o momento de afrouxar sanções, enquanto ativistas questionaram o impacto financeiro para a Rússia.
O governo do Reino Unido confirmou que imporá a proibição de importação de diesel e combustível de aviação feitos a partir de petróleo russo até 1º de janeiro de 2027. A medida integra o pacote de sanções ao Moscou por causa da guerra na Ucrânia.
A proibição visa diesel e jet fuel refinados em países terceiros a partir de petróleo russo. A licença temporária para essas importações será revista a cada duas semanas, permitindo possível suspensão antes da data final.
O anúncio ocorreu na esteira de pressões para endurecer sanções e aumentar a pressão econômica sobre Moscou. O governo afirmou que o prazo final sinaliza aumento da pressão, mantendo a revisão contínua da licença.
Contexto e reação
A medida gerou críticas internacionais, com a União Europeia destacando que não é o momento de afrouxar sanções contra a Rússia. O ministro das Obras, Comércio e Desenvolvimento destacou que o objetivo é evitar impactos no abastecimento.
Dados sobre o petróleo foram citados para explicar o cenário de preços globais, com o Brent variando próximo de US$ 87 por barril após tensões regionais. A agência de notícias local não divulgou fontes adicionais nesta versão.
Impactos e próximos passos
Autoridades afirmam que a mudança manterá alvos de pressão sobre Kremlin, ao mesmo tempo em que busca estabilidade doméstica. A relação entre o petróleo russo, o refino em terceiros países e o fornecimento global é tema de monitoramento contínuo.
Especialistas ressaltam que a decisão pode influenciar o fluxo de combustíveis na Europa, com impactos potenciais nos custos de energia para consumidores e setores industriais. O governo britânico não divulgou novos detalhes sobre alternativas de abastecimento.
Entre na conversa da comunidade