- EUA confirmam a morte de Héctor Guerrero Flores, conhecido como El Niño Guerrero, líder do Tren Aragua, ocorrida no sul da Venezuela na noite de sexta-feira, 12.
- O presidente Donald Trump divulgou imagens do bombardeio que destroy o imóvel onde estava o líder.
- El Niño Guerrero era considerado um dos líderes mais perigosos do planeta e havia sido indiciado, em dezembro, por conspiração em Nova York; os EUA ofereciam recompensa por informações.
- O Tren Aragua foi classificado como organização terrorista pelos Estados Unidos desde janeiro de 2025, devido ao envolvimento com tráfico internacional de drogas e outras atividades ilícitas na Colômbia, Peru e Brasil.
- O traficante foi preso em 2018 com sentença de 17 anos e expandiu operações até escapar em 2023.
Héctor Guerrero Flores, conhecido como El Niño Guerrero, chefe da organização criminosa venezuelana Tren Aragua, foi morto. A ação ocorreu no sul da Venezuela na noite de sexta-feira (12) em operação conjunta de forças americanas e venezuelanas. O bombardeio destruiu o imóvel onde ele estava; imagens foram divulgadas pelo presidente Donald Trump.
Guerrero era considerado um dos líderes mais perigosos do mundo e estava sob vigilância das autoridades dos EUA. Em dezembro, ele foi indiciado por conspiração e outros crimes em Nova York. Os EUA já ofereciam recompensa por informações sobre o paradeiro dele.
O Tren Aragua foi classificado pelos EUA como organização terrorista desde janeiro de 2025, por envolvimento com tráfico internacional de drogas e outras atividades ilícitas na Colômbia, Peru e Brasil. Guerrero foi preso em 2018 com sentença de 17 anos, mas expandiu operações até fugir em 2023.
Contexto e desdobramentos
A atuação do grupo continuou após a fuga, segundo autoridades. A atualização sobre impactos regionais e investigações adicionais não foi detalhada neste artigo.
Dados legais e próximos passos
As autoridades não divulgaram detalhes sobre procedimentos judiciais iniciais ou medidas de resposta pela Venezuela. O relatório ressalta a cooperação entre governos para combate ao crime transnacional.
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