- Donald Trump afirmou que as Forças Armadas dos Estados Unidos mataram Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, considerado o líder do Tren de Aragua.
- O ataque foi descrito como rápido e letal pelo Comando Sul dos EUA, realizado em estreita coordenação com o governo venezuelano; não houve divulgação de local ou data exata.
- Trump divulgou um vídeo do ataque e disse que não há refúgio seguro para os terroristas na Venezuela ou em qualquer outro lugar; a Casa Branca e o Pentágono não deram mais detalhes.
- O Departamento de Estado oferecia recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levassem à captura de Guerrero Flores; ele era indiciado em Nova York por conspiração e outros crimes.
- O Tren de Aragua é considerado organização criminosa transnacional e terrorista pelos EUA, com atividades na América do Norte, América do Sul e Europa; Guerrero liderava o grupo por mais de uma década.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o líder do grupo Tren de Aragua, Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, foi morto em uma operação militar. A ação foi descrita como rápida e letal pelo Comando Sul, em cooperação com o governo venezuelano.
Trump divulgou o episódio em sua rede Truth Social e afirmou que a operação ocorreu com estreita coordenação com a Venezuela. Não foram detalhados o local nem a data exata da ação. Um vídeo mostra o momento de um suposto ataque.
Segundo o secretário de Defesa, a captura ocorreu no início da semana, sem mais informações oficiais. O governo americano destacou o compromisso com o combate a narcoterroristas e a negação de refúgios para eles na região.
Contexto do grupo Tren de Aragua
Tren de Aragua é considerado uma organização criminosa transnacional. Guerrero dirigia a entidade há mais de uma década, com atuação envolvendo extorsão, tráfico de drogas e violência em vários países.
Guerrero nasceu em Maracay, Aragua, em 1983. Foi preso em 2010 por crimes graves, fugiu em 2012 e retornou à prisão em Tocorón, de onde passou a liderar a organização.
Desdobramentos e histórico
Autoridades dos EUA já haviam apontado que a organização atuava na América do Norte, América do Sul e Europa. A recompensa oferecida pelo Departamento de Estado chegou a até US$ 5 milhões por informações sobre Guerrero Flores.
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