- Trump afirmou que o memorando recente não é um acordo nuclear de longo prazo, mas um entendimento para encerrar a guerra com o Irã.
- O texto prevê fim do bloqueio aos portos do Irã e reabertura do Estreito de Ormuz, permitindo tráfego marítimo.
- O acordo não resolve, ainda, as ambições nucleares de longo prazo do Irã; esse componente precisará de negociação futura.
- Sob Obama houve um acordo nuclear com monitoramento internacional, que o Irã cumpria; Trump rompeu o pacto e o Irã retomou o enriquecimento de urânio.
- Ainda não está claro quais elementos financeiros ficarão incluídos no acordo de Trump.
O memorando anunciado pelos Estados Unidos, em gestão de Donald Trump, visa encerrar a guerra com o Irã, sem tratar de um acordo nuclear de longo prazo. A proposta prevê o fim do bloqueio e a reabertura do Estreito de Ormuz, facilitando o tráfego marítimo.
Trump afirma que o objetivo é impedir que o Irã obtenha uma arma nuclear e sustenta que o texto é superior ao acordo promovido pela administração anterior. Ele descreve o texto como um novo caminho para evitar a nuclearização do país.
Sob a gestão de Barack Obama, os EUA integraram uma coalizão que fechou um acordo para limitar o programa nuclear iraniano. Monitores internacionais constataram cumprimento, permitindo ao Irã recuperar parte de sua riqueza.
O memorando atual não estabelece um acordo nuclear de longo prazo, mas sinaliza o fim das hostilidades e a reabertura de rotas comerciais no Estreito de Ormuz. O Irã, por sua vez, deverá permitir o tráfego marítimo na região.
Ainda é provável que um acordo duradouro sobre as ambições nucleares seja negociado no futuro. Também depende de entender quais componentes financeiros poderão compor o texto e como serão monitorados.
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