- Irã divulgou versões concorrentes de um acordo provisório proposto com os Estados Unidos, enquanto o presidente Donald Trump manteve a linha do tempo para assinar o acordo no domingo.
- Os textos, ao menos três, trazem elementos semelhantes, como a reabertura da via navegável estratégica do estreito de Ormuz.
- Também está prevista a suspensão de sanções como parte do acordo provisório.
- Os textos abrem a porta para negociações de longo prazo sobre o programa nuclear do Irã.
O Irã divulgou versões concorrentes de um acordo intermediário proposto com os EUA, mantendo o andamento de negociações. Os textos apresentados variaram em detalhes, mas compartilham pontos-chave sobre o reabertura do estreito de Hormuz, alívio de sanções e avanços para negociações de longo prazo sobre o programa nuclear.
Segundo relatos, ao menos três rádios de texto foram distribuídos, todos assim mantendo o objetivo de manter diálogo com Washington. As versões refletem diferentes abordagens sobre como avançar com blocos de sanções e garantias para inspeção.
Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, manteve a linha de prazo anunciada para assinar um acordo, conforme cronograma divulgado para este domingo. A expectativa envolve mover-se rapidamente para um entendimento que permita reduzir tensões regionais e abrir espaço para futuras discussões.
Propostas divergentes entre Irã e EUA
As propostas variam principalmente na forma de sanções que seriam suspensas e na duração de períodos de verificação. Analistas dizem que a reabertura de Hormuz é central para comércio regional, ainda que haja resistência de setores mais fortalecidos pela pressão econômica.
Autoridades iranianas disseram que as propostas visam aliviar a pressão econômica sobre o país, sem abrir mão de vencimentos estratégicos. Em Washington, a administração sinalizou que negociações podem continuar, dependendo do avanço em pontos-chave do acordo.
A publicidade das versões ocorre em meio a protestos e manifestações que sinalizam apoio popular à continuidade de negociações diplomáticas. O contexto regional segue marcado por tensões entre potências e preocupações com a estabilidade de fornecimento energético.
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