- O Paquistão informou que Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo de paz, com cessar-fogo imediato e permanente em todas as frentes, inclusive no Líbano.
- O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que o Paquistão atuou como mediador e agradeceu a Qatar, Arábia Saudita e Turquia pelo apoio; a assinatura deve ocorrer em 19 de junho, na Suíça.
- O acordo já estaria em vigor, e os mediadores devem realizar reuniões nesta semana para preparar a implementação e abrir caminho para negociações técnicas.
- Entre os termos divulgados por fontes da Reuters: reabertura do Estreito de Ormuz, fim do bloqueio naval dos EUA a portos iranianos, extensão do cessar-fogo e negociações técnicas sobre o programa nuclear em sessenta dias; também haveria a liberação de US$ vinte e cinco bilhões em ativos iranianos congelados.
- O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou pela Truth Social que o acordo está completo, dizendo que o Estreito de Ormuz ficará aberto sem pedágio e que o bloqueio naval será encerrado.
O Paquistão afirmou que Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo de paz após negociações intensas. Segundo o governo paquistanês, o pacto prevê o fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano.
Shehbaz Sharif, chefe de governo do Paquistão, disse que o país atuou como mediador e agradeceu a Qatar, Arábia Saudita e Turquia pelo apoio. A assinatura formal está prevista para a sexta-feira, na Suíça, conforme anúncio do premiê.
De acordo com informações ainda não publicadas na íntegra, o acordo pode incluir a reabertura do Estreito de Ormuz, o fim do bloqueio naval a portos iranianos, a extensão de um cessar-fogo e uma nova rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano em 60 dias.
Autoridades iranianas teriam sinalizado a liberação de ativos iranianos congelados no valor de 25 bilhões de dólares como parte das tratativas. Em contrapartida, o Irã manteria o status atual de seu programa nuclear até um acordo final.
O ex-presidente dos EUA, citado por meio de publicações, afirmou que o acordo estaria completo, com o Estreito de Ormuz aberto sem pedágio e o fim do bloqueio naval. Até o momento, não há confirmação oficial adicional sobre esses pontos.
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