- Cerca de vinte mil pessoas participaram de uma marcha em Genebra contra o G7, que começou pacífica, mas terminou com confrontos entre manifestantes e polícia, incluindo uso de gás lacrimogêneo.
- Um carro da Tesla pegou fogo e houve danos a uma agência do Banque du Léman e a uma agência das Nações Unidas; bombeiros atuaram no local.
- A polícia informou que cerca de seiscentos integrantes do grupo conhecido como “black bloc” estavam entre os manifestantes; houve arremesso de objetos contra as autoridades.
- A cúpula do G7 está marcada para ocorrer entre 15 e 17 de junho em Evian-les-Bains, França, reunindo líderes de França, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e União Europeia; segurança reforçada com milhares de agentes.
- Autoridades planejaram bloqueios de estradas e zonas para evitar incidentes; organizadores distribuíram um manual com mapa do perímetro de segurança e orientações para a marcha.
Um protesto contra o G7 em Genebra, Suíça, apresentou confrontos com a polícia neste domingo (14/06). Manifestantes incendiaram um carro, danificaram uma agência da ONU e quebraram vitrines de um banco, durante marcha que inicialmente foi pacífica.
Cerca de 20 mil pessoas participaram da manifestação, que teve a presença de dezenas de jovens com moletons pretos e máscaras. Entre os participantes, destacaram-se faixas contra Trump e denúncias sobre desigualdade econômica e de gênero.
A polícia respondeu com gás lacrimogêneo após arremessos de objetos. Em meio ao tumulto, um veículo da Tesla apagou fogo nas imediações do trajeto, e houve isolamento policial para facilitar o trabalho das equipes de salvamento.
Danos ocorreram em várias partes do percurso: um banco Banque du Léman teve vitrines destruídas, uma agência da ONU sofreu danos e uma agência de notícias também foi afetada. Bombeiros atuaram para debelar o fogo no carro.
Segundo a polícia de Genebra, houve dispersão ordenada dos participantes após os incidentes. Aproximadamente 600 integrantes do bloqueio conhecido como black bloc estavam entre os manifestantes.
O protesto ocorre enquanto a cúpula do G7 se reúne de 15 a 17 de junho, em Evian-les-Bains, na França, para tratar de temas como economia, Ucrânia e segurança internacional. Milhares de agentes estão mobilizados para a operação de segurança.
A França (país anfitrião) confirmou o reforço de mais de 13 mil policiais e agentes, com apoio de controle de fronteira. Autoridades suíças também reforçaram a presença policial na região de Genebra.
Organizadores do protesto, representados pela coalizão NoG7, afirmaram que o objetivo é chamar atenção para políticas consideradas inadequadas. Eles destacaram preocupação com impactos ambientais, desigualdade econômica e direitos das mulheres.
No contexto regional, autoridades destacam que a região exigiu ações de preparação, com bloqueio de estradas, restrições a reuniões não autorizadas e proteção de imóveis comerciais com anteparos de madeira. Parte das travessias de fronteira permaneceu fechada.
As informações são fornecidas por agências internacionais, com relatores de segurança destacando a mobilização de mais de mil agentes entre Suíça e França. A cobertura se baseia em fontes de Reuters e AP, sem avaliação ou opinião editorial.
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