- Donald Trump criticou o ataque de Israel ao Líbano, dizendo que não deveria ter ocorrida; afirmou estar muito próximo de um acordo de paz com o Irã, em publicação na Truth Social.
- O ataque atingiu o bairro de Dahiyeh, no subúrbio sul de Beirute, causando três mortes, segundo a Defesa Civil do Líbano.
- As negociações para um acordo com o Irã envolvem Washington e mediadores como Paquistão e Qatar, buscando encerrar a guerra na região.
- Segundo a Reuters, o rascunho do acordo prevê a liberação de US$ 25 bilhões em ativos iranianos congelados e alívio de sanções sobre petróleo, em troca de compromissos de Teerã, incluindo a reabertura do estreito de Ormuz e a manutenção do status atual do programa nuclear por 60 dias.
- Trump disse que Israel tem o direito de se defender, mas que o ataque foi pequeno e não deveria interromper as negociações, mantendo o otimismo de que haverá paz na região.
Donald Trump criticou neste domingo o ataque de Israel ao bairro Dahiyeh, em Beirute, no Líbano, afirmando que a ofensiva não deveria ter ocorrido. A mensagem foi publicada na Truth Social, a rede social do ex-presidente.
Segundo a Reuters, o ataque israelense atingiu áreas associadas ao Hezbollah, após o lançamento de três projéteis contra comunidades no norte de Israel. A Defesa Civil do Líbano informou três mortes decorrentes do ataque.
A ofensiva ocorre em meio a negociações entre EUA, Irã e outros mediadores para um acordo que encerre a guerra na região. Washington busca um entendimento para libertar US$ 25 bilhões em ativos iranianos congelados e aliviar sanções sobre petróleo, em troca de compromissos iranianos.
Parcerias e prazos
O rascunho do acordo inclui a reabertura do estreito de Ormuz e a manutenção do status quo nuclear por 60 dias, com novas negociações. O cessar-fogo entre Israel e Líbano tem sido tema sensível desde 3 de junho, com acordos para reduzir confrontos e retirar tropas do sul do Litani.
Trump já havia afirmado, em 1º de junho, ter conversado com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e, por meio de intermediários, com o Hezbollah. Ele disse que Israel aceitou recuar tropas que se aproximavam do sul do Líbano e que o grupo libanês concordou em interromper disparos.
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