- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o ataque de Israel contra o Hezbollah, neste domingo, em Beirute, “não deveria ter acontecido” porque os EUA buscam um acordo de paz com o Irã.
- Trump afirmou ainda que Israel tem direito à defesa, mas o ataque respondido foi pequeno e não machucou ninguém, não devendo atrapalhar o processo.
- Antes, o principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibat, afirmou que o ataque mostra que os EUA não querem ou não conseguem manter o compromisso de preservar o acordo de paz próximo de ser fechado.
- Qalibat declarou que, para seguir no caminho rumo a um acordo duradouro, devem cessar os ataques de todas as partes, incluindo Israel e Hezbollah, para a região ganhar paz.
Trump acusa que o ataque de Israel no Líbano não deveria ocorrer, em meio a negociações para um acordo com o Irã. O presidente dos EUA afirmou na Truth Social que o incidente desta manhã em Beirute não deveria ter acontecido, destacando que Israel tem direito à defesa, mas que a ofensiva foi pequena e não causou feridos.
O ataque mirou o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, no sul de Beirute, capital do Líbano. A declaração de Trump reforça a narrativa de que a paz na região depende de evitar hostilidades entre as partes envolvidas, conforme o andamento das negociações iranianas.
Antes, o principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibat, afirmou que a ofensiva israelense sinaliza falha em cumprir compromissos para manter o acordo de paz próximo de ser fechado. Segundo ele, o caminho para o acordo dependerá do cessar de ataques.
Qalibat destacou que a proximidade de um acordo para a região, incluindo o Líbano, exige que todas as partes reduzam as ações militares. Ele afirmou que não deve haver ataques de Israel no território libanês nem ações do Hezbollah contra Israel.
Trump reiterou que o objetivo é fechar um acordo de paz com o Irã e que, nessa conjuntura, ataques não contribuem para o processo. O presidente argumentou que manter a estabilidade regional é essencial para a viabilidade das negociações.
As informações indicam que o episódio de hoje aumentou as leituras sobre o compromisso dos Estados Unidos com o acordo em vias de conclusão, ainda sem data definida, segundo fontes envolvidas nas negociações.
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