- Aumento de casos de Ebola na República Democrática do Congo levou a Samaritan’s Purse a abrir dois centros de tratamento em Bunia e Nyankunde, na província de Ituri.
- Cada centro emergencial possui 40 leitos e equipes médicas para atender pacientes com o vírus.
- Além do atendimento médico, há apoio espiritual às famílias e pedidos de oração pelo fim do surto; mais de 14 mil congoleses já foram alcançados por programas de conscientização.
- A organização enviou toneladas de equipamentos de proteção individual e suprimentos médicos, recebidos em 12 voos humanitários.
- Os casos já ultrapassaram 1.000; Franklin Graham pediu que a igreja se una em oração pelos profissionais e pelas comunidades afetadas.
A expansão do Ebola na República Democrática do Congo levou a Samaritan’s Purse a abrir dois centros de tratamento para pacientes e apoio às comunidades afetadas. As unidades funcionam em Bunia e Nyankunde, na província de Ituri, que concentra a maioria dos casos confirmados da doença.
Cada centro emergencial oferece 40 leitos e conta com equipes médicas capacitadas para atender pacientes com o vírus, além de oferecer suporte espiritual às famílias em meio à crise. A organização informou que o objetivo é isolar e cuidar dos pacientes, ao mesmo tempo em que tranquiliza as comunidades com ações de fé.
Centros de tratamento e apoio
A operação envolve 65 profissionais mobilizados para reforçar o combate ao surto. Na prática, são promovidos treinamentos de higiene, ações educativas e orientações sobre prevenção. Além disso, a organização instalou dezenas de estações de lavagem das mãos para reduzir a transmissão.
Frente de atuação e alcance
Segundo a instituição, as ações já alcançaram mais de 14 mil congoleses por meio de programas de conscientização. Materiais de proteção individual e suprimentos médicos também foram enviados à região em uma operação aérea com 12 voos humanitários.
Chamado à oração e continuidade
O presidente da Samaritan’s Purse ressalta a importância de manter o apoio às regiões afetadas, com foco na proteção de profissionais de saúde que atuam na linha de frente. A organização reforça o apelo à comunidade religiosa para orar pelo fim do surto e pelos trabalhadores envolvidos.
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