- O Memorando de Entendimento entre Estados Unidos e Irã foi assinado digitalmente no domingo, 14, segundo o vice-presidente JD Vance.
- A assinatura presencial e formal está prevista para sexta-feira, 19, em Genebra, com Vance e o chefe de negociações iraniano, Mohamed Baqer Qalibaf, à frente do documento.
- O acordo visa, entre outros pontos, o fim do bloqueio naval dos Estados Unidos ao estreito de Ormuz.
- O presidente Donald Trump mencionou o acordo em encontro com o presidente francês, Macron, dizendo que o estreito ficará aberto na sexta e que o texto completo será publicado em breve.
- Trump afirmou que o acordo não prevê levantamento de sanções imediato; o cumprimento pelos iranianos deverá levar à aplicação de eventuais medidas.
O governo dos Estados Unidos informou que o Memorando de Entendimento com o Irã foi assinado digitalmente no domingo, 14, e aguarda assinatura presencial prevista para sexta-feira, 19, em Genebra. A confirmação foi dada pelo vice-presidente JD Vance em entrevista à ABC.
Segundo Vance, a assinatura digital já ocorreu e o acordo registra o fim do bloqueio naval ao estreito de Ormuz. Fontes oficiais citadas pela imprensa norte‑americana indicam que o documento conta com a assinatura do presidente Donald Trump, do próprio Vance e do chefe de negociações iraniano, Mohamed Baqer Qalibaf.
De acordo com Trump, o estreito de Ormuz estaria parcialmente aberto e ficará completamente aberto na sexta-feira. O presidente também informou que a passagem não exige pedágios, em referência a uma iniciativa liderada pela França para ampliar a segurança da rota. Ele afirmou que o acordo não prevê levantamento de sançõesim, apenas mudanças de comportamento.
Trump comentou ainda a possibilidade de comparecer ou não à assinatura na Suíça, dizendo que dependeria de sua agenda e da participação de Vance. O texto completo do acordo seria divulgado em breve, possivelmente após sexta-feira, segundo o próprio presidente.
Em relação ao impacto regional, Trump afirmou que várias coisas positivas podem ocorrer no Oriente Médio, com quedas de preços do petróleo e alta na bolsa. Ele citou ainda a necessidade de diálogo com o Hezbollah para estabilizar o Líbano.
O presidente também mencionou a Ucrânia como objetivo futuro de ações do governo, apontando que Putin e Zelensky estariam abertos a diálogo. A cobertura completa das negociações segue acompanhando os desdobramentos diplomáticos entre EUA e Irã.
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