- EUA e Irã assinaram acordo para o fim da guerra no Oriente Médio; a assinatura ocorreu de forma eletrônica, segundo o vice‑presidente dos EUA, J. D. Vance.
- Assinaram o documento o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o vice‑presidente, J. D. Vance; e Mohamed Qalibaf, presidente do Parlamento do Irã.
- Segundo a Reuters, Qalibaf atua com autorização do líder supremo do Irã para negociar e assinar o texto em nome do país.
- A cerimônia presencial de assinatura está marcada para sexta‑feira, em Genebra, Suíça, e a presença de Vance foi confirmada por Trump.
- O acordo prevê a abertura imediata do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio naval dos EUA ao Irã, com discussões técnicas sobre o tratado a seguir; o texto final deve ser divulgado após a cerimônia.
Os Estados Unidos e o Irã assinaram um acordo para o fim da guerra no Oriente Médio. A assinatura ocorreu de forma eletrônica, anunciada nesta segunda-feira pelo vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, em entrevista à ABC.
Segundo a Reuters, assinaram o documento o presidente dos EUA, Donald Trump; o vice-presidente J.D. Vance; e o presidente do Parlamento iraniano, Mohammed Qalibaf. Qalibaf seria autorizado pelo líder supremo iraniano a assinar em nome do país.
Trump informou que o texto final só será divulgado após uma cerimônia presencial em Genebra, na Suíça, marcada para sexta-feira. A cerimônia contará com a presença de Vance; ainda não há confirmarão de outras autoridades.
O acordo prevê a abertura imediata do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio marítimo dos EUA ao Irã. Discussões técnicas para aprofundar o tratado devem ocorrer ainda nesta semana, segundo as partes.
Cerimônia presencial e condições
A assinatura presencial será realizada em Genebra, com participação de autoridades norte-americanas e iranianas ainda a confirmar. O texto final deve ser tornada pública após o ato.
Condições de sanções e serviços no estreito
O acordo prevê alívio de sanções e o descongelamento de bens de Teerã, possibilidade ainda sujeita a condições. O Irã anunciou a cobrança de uma taxa por serviços de navegação, proteção ambiental e seguro de navios no Estreito, o que ainda não foi confirmado pelos EUA.
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