- A relação entre o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente dos EUA, Donald Trump, virou uma vulnerabilidade para Netanyahu por causa do acordo dos EUA com o Irã.
- O pacto com o Irã, ainda em estágio intermediário, é visto por grande parte de Israel como desfavorável.
- Michael Oren, ex-embaixador de Israel nos EUA, participou do programa Balance of Power para comentar o tema.
- Oren afirmou que Israel não foi consultado sobre o acordo provisório entre os EUA e o Irã.
- Disse ainda que Israel continuará a tomar as medidas necessárias para se proteger.
Benjamin Netanyahu vê sua posição política fragilizada por uma reavaliação de alianças após o acordo provisório entre os Estados Unidos e o Irã. A percepção de que o governo norte-americano iniciou um alinhamento de política externa que não envolve plenamente Israel alimenta críticas internas sobre a linha de cooperação com Washington.
Entre os temas centrais, permanece a discordância com a gestão do acordo por parte do governo dos EUA e a sensação de que a aliança com o eventual parceiro estratégico não foi consultada de forma abrangente. Esse leitorado de política externa tem impactos diretos sobre a imagem de liderança de Netanyahu no cenário israelense.
Michael Oren, ex-embaixador de Israel nos Estados Unidos, participou do programa Balance of Power para comentar o assunto. Ele afirmou que Israel não teria sido consultada sobre o acordo provisório entre Washington e Teerã e que, independentemente disso, o país continuará a agir para garantir sua segurança.
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