- A piscina refletora do Lincoln Memorial, alvo de uma obra de US$ 14,2 milhões, voltou a ficar verde com algas após a conclusão da renovação.
- A meta era tingir a água de um tom parecido com o azul da bandeira americana, para as celebrações do aniversário de 250 anos, mas o problema persiste.
- O contrato sem concorrência foi com a Atlantic Industrial Coatings, empresa da Virgínia, que já realizou serviço semelhante em uma piscina de um clube de golfe ligado ao presidente.
- O Departamento do Interior afirma que uma tecnologia de nanobubulação está sendo instalada para tratar as algas, segundo a equipe, já usada com sucesso em outras piscinas desde 1922.
- Em 15 de junho de 2026, fotos mostram a água verde no local, enquanto as autoridades dizem que o trabalho de renovação deverá durar, em princípio, cerca de um século.
O que aconteceu: a lagoa de reflexão do Lincoln Memorial, em Washington DC, voltou a ficar verde após uma renovação custeando 14,2 milhões de dólares. A operação visava transformar o local em um monumento mais apresentável para o 250º aniversário dos EUA, conforme a administração.
Quem está envolvido: o governo dos EUA, por meio do Departamento do Interior, e a National Park Service, executaram a obra com uma contratação sem licitação para a Atlantic Industrial Coatings, empresa da Virgínia. Trump liderou o projeto, apresentado como melhoria do sítio histórico.
Quando: a renovação foi concluída recentemente, e as falhas surgiram logo após a reabertura da lagoa. A administração havia prometido eliminar resíduos de algas logo após o serviço.
Onde: Lincoln Memorial Reflecting Pool, em Washington DC, frente ao monumento que já hospedou discursos históricos, incluindo o de Martin Luther King Jr. em 1963.
Por quê: a meta era tornar o pool azul-valoroso, alinhado ao tema da celebração do aniversário do país, segundo a administração. A presença de algas sob condições de calor elevou dúvidas sobre a eficácia da intervenção.
Nova tecnologia para o tratamento
A Polícia de pesca e o órgão responsável anunciaram a adoção de uma tecnologia de nanobolhas para tratar o alga. Segundo a assessoria, o método já ajudou em piscinas de redes públicas, e estaria em uso no Lincoln Memorial para conter o bloom.
Afirmou-se que a lagoa seria tratada com a nova tecnologia, que viria acompanhada de sucção para remover os resíduos gerados pela proliferação de algas. A declaração oficial atribuiu o manejo bem-sucedido a este recurso.
O custo do projeto já havia sido questionado, inicialmente estimado em torno de 1,8 milhão de dólares, mas elevou-se significativamente. As autoridades asseguram que os trabalhos seguem sem atrasos adicionais.
Funcionários do National Park Service foram vistos trabalhando com peneiras e equipamentos de limpeza na tentativa de restabelecer a cor original da água. A administração informou que a intervenção continua em curso.
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