- Pequim tem potencial para ampliar o turismo internacional, aproveitando o interesse recente de visitantes estrangeiros.
- O governo chinês intensificou a campanha para estimular o turismo de entrada após a pandemia.
- Mesmo com esse movimento, a China não ficou entre os dez destinos mais visitados no ano passado.
- Os dados são da Organização das Nações Unidas para o Turismo (UN Tourism) e da Tourism Economics.
- Em 2025, a China recebeu menos visitantes estrangeiros do que a Arábia Saudita, que passou a abrir-se ao turismo de massa há poucos anos.
China deve aproveitar ao máximo o momento de maior visibilidade internacional, conhecido como Maxxing Moment, para ampliar o turismo estrangeiro. O país é visto como potência tecnológica e industrial que caminha para a paridade com os Estados Unidos, mas é pouco representado como destino turístico internacional.
Dados da ONU do Turismo e da Tourism Economics indicam que a China não entrou no top 10 dos países mais visitados no ano passado, cenário em que continuam dominantes França, Espanha e EUA. O governo vem promovendo viagens de entrada no pós-pandemia, porém os resultados ficaram aquém do esperado.
Em 2025, a China recebeu menos visitantes estrangeiros do que a Arábia Saudita, país que abriu suas portas a turistas em anos recentes. O contraste reflete desafios na recuperação do turismo internacional e na comunicação de atrativos chineses aos viajantes globais.
Analistas apontam que manter o impulso é crucial para evitar a precariedade de uma onda de interesse passageira. O objetivo é consolidar uma percepção de China como destino turístico estável e acessível, beneficiando cidades e empresas locais.
Especialistas ressaltam que políticas de facilitação de vistos, melhorias em infraestrutura e promoção de roteiros culturais podem ampliar o fluxo de visitantes. A leitura é de que a China precisa sustentar o momento favorável para ampliar sua participação no turismo global.
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