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FBI impede ataque com drones durante evento na Casa Branca

FBI desarticula plano com drones explosivos e atiradores de elite para atacar a Casa Branca durante o UFC, enquanto o evento ocorreu normalmente

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • FBI frustrou plano que combinava drones com explosivos, atiradores de elite e invasão à Casa Branca durante o UFC Casa Branca no jardim da sede.
  • O evento ocorreu no domingo, 14, em comemoração ao aniversário de 80 anos do presidente Donald Trump.
  • Investigação aponta 23 pessoas envolvidas; cinco já foram detidas até segunda-feira, 15, incluindo um jovem de 19 anos; dois detidos enfrentam acusação de tentativa de assassinato.
  • A operação foi rápida e contou com apoio de polícia local, Serviço Secreto e Departamento de Justiça.
  • No card principal, Ciryl Gane derrotou Alex Poatan pelo título interino dos pesados; Diego Lopes e Mauricio Ruffy venceram, em noite com sete lutas encerradas por nocaute.

O FBI interrompeu um plano complexo de ataque que combinava drones com atiradores de elite durante o UFC Casa Branca, realizado no jardim da residência presidencial. A confirmação veio do diretor do FBI, Kash Patel, e a operação ocorreu no dia 14, quando o evento celebrava o aniversário de 80 anos do presidente Donald Trump.

Segundo autoridades, a ameaça envolvia drones explosivos que seriam usados para provocar evacuação em massa. Em seguida, um grupo de atiradores de elite estaria posicionado para agir, com a intenção de invadir a Casa Branca. Ao todo, 23 pessoas estavam ligadas à conspiração, e cinco já haviam sido detidas até a segunda-feira. Um jovem de 19 anos estaria entre os detidos.

A investigação, iniciada após um alerta na quarta-feira 10, mobilizou uma operação conjunta entre o FBI, polícia local, Serviço Secreto e o Departamento de Justiça. A ofensiva visava desarticular o plano antes que fosse posto em prática, preservando a segurança do público presente no local.

Desenrolar do evento

Apesar da ameaça, o UFC Casa Branca seguiu conforme o planejado, com sete lutas no card, todas decididas por nocaute. Entre as disputas, houve duas lutas de cinturão. A participação brasileira foi destaque, com vitórias de Diego Lopes e Mauricio Ruffy.

No entanto, o card principal teve revés para o Brasil: Alex Poatan foi derrotado pelo francês Ciryl Gane na luta pelo título interino dos pesados. O resultado ocorreu no contexto do evento, sem relação direta com a operação de segurança.

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